Dois portugueses premiados em Roterdão

O docu­men­tá­rio A VOLTA AO MUNDO QUANDO TINHAS 30 ANOS, de Aya Koretzky, com pro­du­ção da C.R.I.M., arre­ca­dou o Pré­mio Bright Futu­re, atri­buí­do à melhor pri­mei­ra lon­ga-metra­gem. O júri con­si­de­rou que o fil­me tem uma “for­te abor­da­gem cine­ma­to­grá­fi­ca a uma via­gem inti­ma e poé­ti­ca, com um sober­bo design de som que com­bi­na per­fei­ta­men­te com as ima­gens a cada segun­do.

O docu­men­tá­rio A VOLTA AO MUNDO QUANDO TINHAS 30 ANOS, de Aya Koretzky, com pro­du­ção da C.R.I.M., arre­ca­dou o Pré­mio Bright Futu­re, atri­buí­do à melhor pri­mei­ra lon­ga-metra­gem. O júri con­si­de­rou que o fil­me tem uma “for­te abor­da­gem cine­ma­to­grá­fi­ca a uma via­gem inti­ma e poé­ti­ca, com um sober­bo design de som que com­bi­na per­fei­ta­men­te com as ima­gens a cada segun­do.”
CASA DE VIDRO, de Fili­pe Mar­tins, ven­ceu, na cate­go­ria de cur­tas-metra­gens, o pré­mio Voi­ces Shorts.

A 48.ª edi­ção do Inter­na­ti­o­nal Film Fes­ti­val Rot­ter­dam (IFFR), decor­reu em Roter­dão, Holan­da, entre 23 de janei­ro e 3 de feve­rei­ro.

Fon­te.