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O CEC - Centro de Estudos Cinematográficos - promove a “Sétima Arte” organizando ciclos, programando palestras ou editando cadernos, e divulga autores e filmografias que, apesar da sua qualidade, são marginais à política das distribuidoras nacionais. Além de Cineclube Universitário tem também uma vertente de formação na área dos audiovisuais, bem como uma vertente técnica que lhe permite fazer a cobertura em vídeo dos eventos mais importantes da Associação e da vida universitária em geral. Promove ainda a produção e realização de curtas e medias metragens no formato vídeo.

SESSÃO #6.CIÊNCIA E CULTURA – COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO

O encontro será dedicado a uma reflexão sobre as oportunidades e os desafios da Comunicação e Divulgação, nos domínios da ciência e da cultura. A sessão integrará a apresentação e a discussão de estudos de caso inovadores e projetos de referência promovidos no sector da cultura ou no âmbito das instituições científicas e de ensino superior. As sessões têm como público-alvo investigadores, estudantes, gestores de repositórios, profissionais de instituições de ensino superior e de cultura, empresas, entre outros.
Em anexo segue texto de enquadramento. Programa completo e inscrições.

CARTAS DA GUERRA VENCE GLOBO DE OURO DE MELHOR FILME

Na categoriade Cinema, CARTAS DA GUERRA, de Ivo M. Ferreira, venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme, galardão para o qual estavamtambém nomeados CINZENTO E NEGRO,de Luís Filipe Rocha, JOHN FROM,de João Nicolau e O ORNITÓLOGO, de JoãoPedro Rodrigues.

Nuno Lopes venceu a categoria de Melhor Ator, pelo seu trabalho em POSTO AVANÇADO DEPROGRESSO. Entre osoutros nomeados para esta categoria estavam os atores Filipe Duarte e MiguelBorges, em CINZENTOE NEGRO, e MiguelNunes, em CARTAS DAGUERRA.

Na categoriade Melhor Atriz, avencedora foi Ana Padrão pela sua prestação em JOGO DE DAMAS. JoanaBárcia, no filme CINZENTO E NEGRO, Maria João Abreu,no filme A MÃE É QUE SABE, e MónicaCalle, no filme CINZENTO E NEGROestavam também nomeadasnesta categoria. […]

in memoriam Américo Mascarenhas

Voz inqueta, inconformada e sempre presente deixa-nos hoje. Entusiasta dos eventos culturais, da persistência e autenticidade dos mesmos, foi um acérrimo defensor do consumo e acesso à cultura cinematográfica na região centro. Deixa-nos saudades, da voz inconfundível, dos pedaços de papel agrafados à moda antiga, onde as notas se convertiam em notícias, mas acima de tudo pelo apoio que sempre soubeste transmitir. Um até sempre!

 

Publicado em in memoriam Américo Mascarenhas

Ciclo de Cinema “Fusões no Cinema” dedicado à Música

Os Caminhos do Cinema Português e o Centro de Estudos Cinematográficos retomam o seu ciclo de cinema “Fusões no Cinema” esta quinta-feira dia 18 de Maio. O ciclo terá lugar todas as quintas-feiras às 22h00 no Mini-Auditório Salgado Zenha da Associação Académica de Coimbra. A programação inclui obras especialmente dedicadas à música e percorre o espírito da contracultura nacional, desde os anos 60 com o filme Meio Metro de Pedra, aos anos 80 com o grupo Heróis do Mar retratado em Brava Dança, até hoje, acompanhando a banda Humanos que retomou a obra de António Variações e também, David Santos com os temas de Noiserv. Depois navegamos até ao outro lado do oceano Atlântico ao ritmo do Tango com A morte de Carlos Gardel, obra adaptada de António Lobo Antunes e por fim, chegamos até à cidade Surabaia, onde nos encontramos com uma geração de jovens indonésios que se juntam à volta duma cultura musical controversa, o black metal.

Entrada gratuita e limitada à lotação da sala

Programação

18 de Maio

Meio Metro de Pedra de Eduardo Morais / 68min / 2011

“Boa noite, sejam bem-vindos a mais uma emissão do Meio Metro de Pedra. O programa que todas as semanas vos conta as histórias que uma data de meninos e meninas andaram a fazer pelo rock do nosso belo país.”

Assim arranca o documentário sobre a contracultura do rock’n’roll nacional desde o seu surgimento no fim da década de 50 até aos nossos dias. Na década de 60, inspirados por bandas como os Shadows, Bill Haley ou os Beatles, cerca de 3000 conjuntos de norte a sul de um país sob a alçada de Oliveira Salazar abalaram as editoras inconscientes deste som emergente. Um impulso de espírito ousado que percorreu o psicadelismo dos Jets, o punk dos Aqui D’el Rock, e se estabeleceu em pontos nevrálgicos como Braga, Coimbra ou Barreiro. Um pedaço da história de Portugal que tende a ser ocultado sobrevive através do selo independente da Ama Romanta, da Bee Keeper, da Lux ou da Groovie Records, e tem neste documentário de Eduardo Morais, a sua merecida celebração.

25 de Maio

Brava Dança de Jorge Pires e José Pinheiro / 80min / 2007

Um documentário de Jorge Pires e José Pinheiro que revisita a história do grupo Heróis do Mar. Um confronto entre as imagens de um Portugal antigo e de um Portugal moderno. As ideias, os ideais e as dinâmicas da música popular portuguesa da década de 80, pela voz dos músicos e não-músicos envolvidos.

1 de Junho

Humanos – A Vida em Variações de António Ferreira / 35min / 2006

Um dia, inadvertidamente, é descoberta uma caixa de sapatos esquecida numa prateleira de uma editora discográfica. Dentro desta, estão cassetes contendo gravações inéditas de António Variações, que ele fazia num pequeno gravador no seu quarto, registando os mais intimos momentos de inspiração. Ao escutar estas gravações, onde Variações cantava na mais pura das situações – sem acompanhamento musical, às vezes mesmo sussurrando para não acordar os vizinhos – percebeu-se que este tesouro não podia ficar por revelar. Assim nasceram os HUMANOS. Uma super-banda, constituida por super-músicos, onde Manuela Azevedo, David Fonseca e Camané dão voz às músicas e letras de António Variações. Este filme acompanha o processo de preparação dos espectáculos ao vivo nos Coliseus de Lisboa e Porto no Verão de 2005, bem como nos revela de que forma os músicos abordaram estes esboços de canções, que apesar de despidos, continham toda a vibração e energia que António Variações nos deixou.

Noiserv {Sessão Dupla} de Paulo Dias / 25min / 2011

A partir dos temas de Noiserv, um projecto musical português interpretado por David Santos, conta-se a história de três personagens com diferentes ambições. Numa viagem entre memórias e sonhos, a ficção é intercalada num filme concerto que poderia ser a banda-sonora para o dia-a-dia.

8 de Junho

A morte de Carlos Gardel de Solveig Nordlund / 85min / 2011

Um jovem (Carlos Malvarez) toxicodependente está a morrer num hospital. Junto a ele, à medida que vão vivendo a evolução da sua agonia, cada um dos seus familiares mais próximos evoca uma teia de recordações, de memórias obsessivas e de vivências actuais. Todos eles são portadores de sonhos e desalentos da vida. O pai do jovem (Rui Morisson), apaixonado pelo tango e pela figura de Carlos Gardel, o mais famoso dos cantores de tango argentino, percorre simbolicamente um rosário de situações dolorosas. Delirante, confunde-o com um cantor parecido (Ruy de Carvalho).

15 de Junho

À l’est de l’enfer de Matthieu Canaguier / 45min / 2013

Surabaia. Caos urbano, labirinto de ferro e cimento. No coração da cidade toda uma geração de jovens indonésios procuram-se, revoltam-se e juntam-se à volta duma música underground e controversa: O Black Metal.

Ciclo Fusões é dedicado à música em maio e junho

Os Caminhos do Cinema Português e o Centro de Estudos Cinematográficos retomam o seu ciclo de cinema “Fusões no Cinema” esta quinta-feira dia 18 de Maio. O ciclo terá lugar todas as quintas-feiras às 22h00 no Mini-Auditório Salgado Zenha da Associação Académica de Coimbra. A programação inclui obras especialmente dedicadas à música e percorre o espírito da contracultura nacional, desde os anos 60 com o filme Meio Metro de Pedra, aos anos 80 com o grupo Heróis do Mar retratado em Brava Dança, até hoje, acompanhando a banda Humanos que retomou a obra de António Variações e também, David Santos com os temas de Noiserv. Depois navegamos até ao outro lado do oceano Atlântico ao ritmo do Tango com A morte de Carlos Gardel, obra adaptada de António Lobo Antunes e por fim, chegamos até à cidade Surabaia, onde nos encontramos com uma geração de jovens indonésios que se juntam à volta duma cultura musical controversa, o black metal. Entrada gratuita e limitada à lotação da sala.

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