Curso de Cinema – Cinemalogia 8 – inicia este fim de semana

Sobre a éfi­ge d’As Casas o cur­so de cine­ma — Cine­ma­lo­gia — pro­cu­ra ensi­nar os méto­dos de pro­du­ção de um docu­men­tá­rio. A for­ma­ção arran­ca sob a ori­en­ta­ção de Cata­ri­na Alves Cos­ta dan­do aos for­man­dos as fer­ra­men­tas neces­sá­ri­as para Inves­ti­ga­ção, Escri­ta e Pla­ne­a­men­to da pro­du­ção.

O con­teú­do Cur­so de Cine­ma – Cine­ma­lo­gia 8 – ini­cia este fim de sema­na apa­re­ce pri­mei­ro em Cami­nhos Film Fes­ti­val.

Prolongamento da Campanha de Inscrições até 5 de Março

Con­si­de­ran­do o for­te inte­res­se na oita­va edi­ção do cur­so de cine­ma docu­men­tal Cine­ma­lo­gia demons­tra­do nas últi­mas horas vem a orga­ni­za­ção pro­lon­gar o perío­do de cam­pa­nha para as ins­cri­ções glo­bais pos­si­bi­li­tan­do a ins­cri­ção nas 160 horas de for­ma­ção, por 300€ para estu­dan­tes e 400€ para o públi­co geral, até ao dia 5 de mar­ço.

Por for­ma a que nenhum dos ins­cri­tos fique pre­ju­di­ca­do no seu pla­no de apren­di­za­gem face a esta alte­ra­ção os módu­los de His­tó­ria e Lin­gua­gem do Cine­ma, com Mar­ga­ri­da Lei­tão, e Estru­tu­ras Nar­ra­ti­vas, com Dani­el Ribas, pas­sam a ser lec­ci­o­na­dos res­pec­ti­va­men­te nos dias 14 de Mar­ço e 1 de Maio.

O con­teú­do Pro­lon­ga­men­to da Cam­pa­nha de Ins­cri­ções até 5 de Mar­ço apa­re­ce pri­mei­ro em Cami­nhos Film Fes­ti­val.

Curso de Cinema Documental – Cinemalogia 8

O Cine­ma tem o poder de docu­men­tar. Docu­men­tar o real, o fic­tí­cio, o cru­zar de mun­dos e uni­ver­sos dis­tin­tos que sob a batu­ta do rea­li­za­dor nos imer­gem nou­tras pers­pec­ti­vas e expe­ri­ên­ci­as. Pode dizer-se que o cine­ma come­çou assim, pela via docu­men­tal. Nos pri­mór­di­os des­ta séti­ma arte cons­ta­ta­mos que os fil­mes pro­du­zi­dos pelos irmãos Lumiè­re, bem como  de Auré­lio Paz dos Reis, sur­gi­dos no tér­mi­no do Séc. XIX, e que repor­ta­vam situ­a­ções do quo­ti­di­a­no. “L’Arrivée d’un Train à la Cio­tat”, a “Che­ga­da de um com­boio ame­ri­ca­no a Cadou­ços”, “La Sor­tie Des Usi­nes Lumiè­re” ou “Saí­da do Pes­so­al Ope­rá­rio da Fábri­ca Con­fi­an­ça” seri­am naque­la altu­ra ima­gens tão revo­lu­ci­o­ná­ri­as quan­to o são hoje. Se então era pos­sí­vel via­jar no tem­po e rever aque­le momen­to para sem­pre fixo na pelí­cu­la vezes sem con­ta, hoje é lhes con­fe­rin­do um carác­ter antro­po­ló­gi­co, mas aci­ma de tudo mági­co trans­pon­do as bar­rei­ras do tem­po e do espa­ço, per­mi­tin­do-nos obser­var num glimp­se as soci­e­da­des de então.

Actu­al­men­te o docu­men­tá­rio assu­me um papel impor­tan­te numa soci­e­da­de pro­fun­da­men­te digi­ta­li­za­da que vive numa era de mudan­ças tec­nos­so­ci­ais ace­la­ra­das à esca­la glo­bal. A par­ti­lha e pro­du­ção de infor­ma­ção ocor­re a um rit­mo fre­né­ti­co uti­li­zan­do os mais diver­sos media. Docu­men­ta-se o real e o irre­al. Se na fic­ção se indu­zem ele­men­tos do real, na rea­li­da­de são intro­du­zi­dos ele­men­tos da fic­ção. As fron­tei­ras entre a esfe­ra pri­va­da e públi­ca esba­tem-se e con­fun­dem-se. Não é algo que o cine­ma não o tives­se pre­vis­to. Belar­mi­no tam­bém cor­ria na pelí­cu­la atrás dos seus com­ba­tes, enquan­to Leo­nard Zelig ape­nas dese­ja­va encon­trar o seu lugar na soci­e­da­de e ser ama­do. Não se deve dedu­zir que o docu­men­tá­rio repre­sen­te a rea­li­da­de «tal como ela é». Assim como o cine­ma de fic­ção, o docu­men­tá­rio é uma repre­sen­ta­ção par­ci­al e sub­je­ti­va da rea­li­da­de. Nes­te con­tex­to, é per­ti­nen­te olhar para o cine­ma como uma fer­ra­men­ta de regis­to e de expres­são.

Nes­ta oita­va edi­ção do Cur­so de Cine­ma – Cine­ma­lo­gia os Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês pro­cu­ra­ram reno­var o seu pro­jec­to peda­gó­gi­co e explo­rar das fron­tei­ras entre o real e a fic­ção, entre o cine­ma docu­men­tal e o fic­ci­o­nal, isto é o cine­ma de docu­fic­ção. Os objec­ti­vos gerais do pro­jec­to vão para além da for­ma­ção de estu­dan­tes. Pre­ten­de-se, de for­ma simi­lar às edi­ções ante­ri­o­res, que o cur­so seja capaz de pro­du­zir uma obra fíl­mi­ca cuja qua­li­da­de lhe per­mi­ta a par­ti­ci­pa­ção em even­tos cine­ma­to­grá­fi­cos de rele­vo con­tri­buin­do para o enri­que­ci­men­to cur­ri­cu­lar e pro­fis­si­o­nal dos for­man­dos. Em cen­to e ses­sen­ta horas o cur­so pro­põe tre­ze módu­los essen­ci­ais para a com­pre­en­são do diá­lo­go cine­ma­to­grá­fi­co docu­men­tal.

As ins­cri­ções decor­rem em www.caminhos.info/cinemalogia com uma cam­pa­nha pro­mo­ci­o­nal até 1 de Mar­ço.

Cur­so Com­pleto Cam­pa­nha Pro­mo­ci­o­nal — até 1 de Mar­ço de 2018
Estu­dan­te — 400€ 300€
Públi­co Geral — 550€ 450€

O con­teú­do Cur­so de Cine­ma Docu­men­tal – Cine­ma­lo­gia 8 apa­re­ce pri­mei­ro em Cami­nhos Film Fes­ti­val.

Banda Sonora com Jorri

Módu­lo de Ban­da Sono­ra

O músi­co João Sil­va (Jor­ri) é o for­ma­dor do módu­lo de Ban­da Sono­ra, o últi­mo módu­lo do Cine­ma­lo­gia 7’xpress.

No pró­xi­mo domin­go, dia 17 de dezem­bro, tem iní­cio a for­ma­ção para o últi­mo módu­lo da 7ª edi­ção do cur­so de cine­ma — “Cine­ma­lo­gia”: o Módu­lo de Ban­da Sono­ra. Nes­ta for­ma­ção, os alu­nos deve­rão con­se­guir com­pre­en­der a rela­ção die­gé­ti­ca da músi­ca com a nar­ra­ti­va. Abor­da a for­ma como a músi­ca cria e modi­fi­ca o ambi­en­te nar­ra­ti­vo.

João Sil­va (Jor­ri) é músi­co, com­po­si­tor, pro­du­tor e ins­tru­men­tis­ta, nas­ci­do em Coim­bra a 20 de Abril de 1979, mas cres­ceu em Alco­ba­ça até ingres­sar na Facul­da­de de Ciên­ci­as e Tec­no­lo­gia da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra. Em 1999, sur­ge em Coim­bra o pro­je­to “a Jig­saw”, sen­do um dos seus mem­bros fun­da­do­res. Ban­da essa que, além de músi­co e com­po­si­tor, assu­me tam­bém o papel de pro­du­tor. Embo­ra sem nun­ca ter fei­to uma ban­da sono­ra para um fil­me, com “a Jig­saw” musi­cou vári­os, um dos quais duran­te o Fes­ti­val Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês.

A decor­rer, como habi­tu­al, no Depar­ta­men­to de Enge­nha­ria Infor­má­ti­ca da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, a for­ma­ção tem iní­cio pelas 9 horas e fim pre­vis­to para as 18 horas.

O con­teú­do Ban­da Sono­ra com Jor­ri apa­re­ce pri­mei­ro em Cami­nhos Film Fes­ti­val.

Correcção de Cor com Manuel Pinto Barros

Módu­lo de Cor­re­ção de Cor

O Dire­tor de Foto­gra­fia Manu­el Pin­to Bar­ros é o for­ma­dor do Módu­lo de Cor­re­ção de Cor, no qual se pre­ten­de apro­fun­dar os sabe­res essen­ci­al­men­te prá­ti­cos sobre a base de um pro­ces­so de cor­rec­ção de cor, bem como a impor­tân­cia da cor, da luz e da som­bra, como con­du­tor visu­al e sen­so­ri­al.

No pró­xi­mo sába­do, dia 16 de dezem­bro, tem iní­cio a for­ma­ção do módu­lo de cor­re­ção de cor da 7ª edi­ção do cur­so de cine­ma — “Cine­ma­lo­gia”, no Depar­ta­men­to de Enge­nha­ria Civil, ini­ci­an­do às 9 horas e com fim pre­vis­to para as 18 horas. Numa com­po­nen­te mai­o­ri­ta­ri­a­men­te prá­ti­ca, será pre­ten­di­do que os for­man­dos adqui­ram os conhe­ci­men­tos base de um pro­ces­so de color grad­ding, para que adqui­ram a sen­si­bi­li­da­de sobre a impor­tân­cia da cor, da luz e/ou da som­bra, como con­du­tor visu­al e sen­so­ri­al de uma his­tó­ria.

Manu­el Pin­to Bar­ros é licen­ci­a­do em Cine-Vídeo pela Esco­la Supe­ri­or Artís­ti­ca do Por­to (ESAP), em 2008. Após a con­clu­são dos seus estu­dos, inte­grou diver­sos pro­je­tos como Dire­tor de Foto­gra­fia, pas­san­do por publi­ci­da­des, cur­tas-metra­gens e vide­o­cli­pes. Em cada fil­me pro­cu­ra incu­tir um esti­lo esté­ti­co úni­co, uti­li­zan­do vari­a­das téc­ni­cas sem­pre em arti­cu­la­ção com as espe­ci­fi­ci­da­des de cada pro­du­ção, que o leva­ram a tra­ba­lhar algu­mas das mais impor­tan­tes mar­cas do mer­ca­do Por­tu­guês, entre as quais F.C.Porto, Sonae/Continente, McDonald’s ou TAP.

O con­teú­do Cor­rec­ção de Cor com Manu­el Pin­to Bar­ros apa­re­ce pri­mei­ro em Cami­nhos Film Fes­ti­val.