A Cision Portugal e o festival Caminhos do Cinema Português

A Cisi­on Por­tu­gal e os Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês reno­va­ram a par­ce­ria exis­ten­te ten­do em vis­ta a XXIV edi­ção do úni­co fes­ti­val de cine­ma em Por­tu­gal dedi­ca­do às pro­du­ções naci­o­nais.

Depois de terem fir­ma­do uma par­ce­ria na XXIII Edi­ção do fes­ti­val, pro­cu­ran­do per­ce­ber qual o impac­to mediá­ti­co do fes­ti­val jun­to do públi­co por­tu­guês, esta é uma rela­ção que reno­vou ago­ra os seus laços.

A Cisi­on é hoje líder de mer­ca­do em soft­ware e ser­vi­ços de Rela­ções Públi­cas, for­ne­cen­do ser­vi­ços a algu­mas das mai­o­res mar­cas mun­di­ais como for­ma de com­pre­en­der o impac­to das mes­mas.

Para Vítor Fer­rei­ra, dire­tor do fes­ti­val, “a asso­ci­a­ção a uma empre­sa de refe­rên­cia no que con­cer­ne à ava­li­a­ção e medi­ção da sua comu­ni­ca­ção e a dos impac­tos comu­ni­ca­ci­o­nais daí resul­tan­tes é extre­ma­men­te impor­tan­te”. Num mun­do cada vez mais digi­tal e vici­a­do em dados, Vítor Fer­rei­ra acres­cen­ta ain­da que “Os even­tos e as rea­li­za­ções cul­tu­rais têm de conhe­cer pro­fun­da­men­te estes dados por for­ma a oti­mi­zar a sua comu­ni­ca­ção, mas igual­men­te como for­ma de o even­to cres­cer ali­cer­çan­do este cres­ci­men­to nos resul­ta­dos efe­ti­vos de um even­to ou pro­je­to, garan­tin­do par­ce­ri­as mutu­a­men­te bené­fi­cas e eli­mi­na­do as asso­ci­a­ções ad hoc”. Uri­el Oli­vei­ra, vice-pre­si­den­te da Cisi­on Por­tu­gal, com­ple­ta que “A nos­sa pare­ce­ria com os Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês, para além de refor­çar a liga­ção que temos à cul­tu­ra por­tu­gue­sa, per­mi­te-nos par­ti­lhar o mes­mo espa­ço de comu­ni­ca­ção dos nos­sos cli­en­tes e poten­ci­ais cli­en­tes, pelo que é uma exce­len­te opor­tu­ni­da­de para par­ti­lhar o nos­so tra­ba­lho e demons­trar o valor gera­do pelos nos­sos ser­vi­ços”

Na edi­ção de 2018 do fes­ti­val, a Cisi­on vol­ta a ter o seu naming atri­buí­do a um dos pré­mi­os prin­ci­pais do fes­ti­val – Pré­mio do Júri de Impren­sa, cons­ti­tuí­do por um pai­nel de indi­vi­du­a­li­da­des, quer naci­o­nais, quer estran­gei­ras, de reco­nhe­ci­do méri­to e pro­ve­ni­en­tes de dife­ren­tes órgãos de comu­ni­ca­ção soci­al. O Pré­mio de Impren­sa CISION visa pre­mi­ar o rigor e a ousa­dia esté­ti­ca, nos pla­nos nar­ra­ti­vos, ima­gé­ti­cos ou sono­ros. Pre­ten­de-se, assim, valo­ri­zar a pro­du­ção naci­o­nal numa pers­pec­ti­va artís­ti­ca, que é uma das suas valên­ci­as mais expres­si­vas.

A XXIV edi­ção dos Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês decor­re­rá de 23 de novem­bro a 1 de dezem­bro, nova­men­te, na cida­de de Coim­bra.

Quatro portugueses no Festival de Karlovy Vary

DIAMANTINO, de Gabri­el Abran­tes, O HOMEM QUE MATOU D. QUIXOTE, de Ter­ry Guil­li­am, ONDE O VERÃO VAI (EPISÓDIOS DA JUVENTUDE), de David Pinhei­ro Vicen­te, e Zama, de Lucre­cia Mar­tel, são os fil­mes por­tu­gue­ses ou com copro­du­ção naci­o­nal sele­ci­o­na­dos para inte­grar dife­ren­tes sec­ções não com­pe­ti­ti­vas do pro­gra­ma do 53.

Programa Curtas Vila do Conde com mais de 200 filmes

Segun­do comu­ni­ca­do do fes­ti­val, os 17 fil­mes sele­ci­o­na­dos para a Com­pe­ti­ção Naci­o­nal são: 3 ANOS DEPOIS, de Mar­co Ama­ral; À TONA, de Fili­pe Abran­ches; AGOURO, de David Dou­tel e Vas­co Sá; ÁGUA FORTE, de Móni­ca Bap­tis­ta; ANTEU, de João Vla­di­mi­ro; AQUAPARQUE, de Ana Morei­ra; DECLIVE, de Edu­ar­do Bri­to; ENTRE SOMBRAS, de Ali­ce Eça Gui­ma­rães e Móni­ca San­tos; EQUINÓCIO, de Ivo M.