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Bolsa Manoel de Oliveira

A EDP lançou a Bolsa Manoel de Oliveira, para homenagear a vida e obra do cineasta português, atribuindo uma bolsa de estudos, a estudantes de cinema ou artes audiovisuais, no valor de 50.000€, para ampliarem o seu talento.

A Bolsa EDP  Manoel de Oliveira é uma oportunidade única para os jovens cineastas portugueses apostarem na sua formação e investirem na área do cinema, produção, direção ou realização e, por isso, solicitamos a divulgação na vossa instituição de ensino.

As candidaturas estão abertas até ao dia 18 de julho de 2016 e destinam-se a todos alunos que estejam a frequentar licenciatura ou mestrado nas áreas do cinema ou artes audiovisuais.

Os candidatos devem apresentar um filme original, de ficção ou documental, com duração máxima de 6 minutos.

Desde já nos colocamos à vossa disposição para qualquer esclarecimento adicional através do email bolsaedpmo@edp.pt

A energia e a obra que o Mestre nos deixou como património serão de certeza uma fonte de inspiração para todos os estudantes da sétima arte que ambicionam um dia ver o seu trabalho reconhecido.

O regulamento pode ser consultado em: http://www.edp.pt/pt/aedp/EDPDocuments/REGULAMENTO_BolsaEDPManoelDeOliveira.pdf

Plano Nacional de Cinema – Abertura de candidaturas

 

O Plano Nacional de Cinema (PNC) é uma iniciativa conjunta da Presidência do Conselho de Ministros, através do Ministério da Cultura e do Ministério da Educação, operacionalizado pela Direção-Geral da Educação (DGE), pelo Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) e pela Cinemateca Portuguesa — Museu do Cinema (CP-MC).

O PNC está previsto como um plano de literacia para o cinema e de divulgação de obras cinematográficas nacionais junto do público escolar e pretende formar públicos escolares, despertando nos jovens o hábito de ver cinema, bem como valorizá-lo enquanto arte junto das comunidades educativas.

O processo de candidaturas anuais das escolas (Ensino Público, Ensino Privado, Ensino Profissional, incluindo as Regiões Autónomas, Escolas Públicas portuguesas no estrangeiro e Escolas portuguesas de iniciativa privada sediadas no estrangeiro) para participarem no PNC (ano letivo 2016-17) vai decorrer entre 06 de junho e 06 de julho.

Mais informações

Ficha de candidatura

Fonte: PNC/DGE

Estágios PEJENE 2016

O Centro de Estudos Cinematográficos tem um estágio aprovado no programa Pejene para estudantes com frequência de Licenciatura em Design e Multimédia, Som e Imagem ou Design de Comunicação.

Os estágios terão a duração de 2 a 3 meses, devendo decorrer entre julho e setembro de 2016, dando-se preferência aos estágios com duração de 3 meses.

O PEJENE tem como função integrar o estagiário numa entidade de acolhimento, desenvolvendo tarefas específicas de acordo com um Plano de Estágio previamente elaborado de acordo com a área de formação do estagiário. Os estágios decorrem sob a supervisão de um tutor técnico (profissional experiente da entidade de acolhimento) que, no final do mesmo, elaborará um relatório de avaliação, de acordo com modelo próprio disponibilizado pela Fundação da Juventude.

O estagiário terá também de redigir um relatório final de estágio desenvolvido, de acordo com uma matriz a fornecer pela Fundação da Juventude, devendo o mesmo ser entregue no final do estágio ao tutor técnico, que o remeterá à Fundação, depois de visado, juntando-lhe a ficha de avaliação atrás referida.

Compete às entidades de acolhimento dos estágios pagar, no mínimo, mensalmente aos estagiários os subsídios de alimentação e de transporte. Para além disso, deverão ainda fazer um Seguro de Acidentes Pessoais aos estagiários.

Certificados de Estágio

Aos jovens estagiários do PEJENE será atribuído um Certificado de Estágio, emitido conjuntamente pela Fundação da Juventude e por todas as entidades copromotoras do Programa, documento esse que será entregue até ao final do mês de novembro de 2016.

CANDIDATURAS PARA ESTUDANTES (a partir de 12 de abril)

Cada estudante pode candidatar-se até 4 vagas de estágio, de acordo com as suas preferências. No entanto, a pré-seleção fica condicionada aos requisitos exigidos pela empresa/entidade de acolhimento.

Estarão disponíveis as vagas para estágio e os estudantes candidatam-se diretamente às vagas que correspondem à sua área de formação. Os estudantes serão contactados diretamente pelas empresas, caso estas tenham interesse no seu perfil. A seleção final é da responsabilidade das empresas/entidades de acolhimento, e comunicado por estas aos estudantes e à Fundação da Juventude.

As vagas, à medida que são preenchidas deixam de estar disponíveis online. No ato da candidatura os estudantes devem submeter um comprovativo de como estão a frequentar o último ou penúltimo ano do ensino superior. Caso não entreguem esse mesmo comprovativo, a candidatura não será validada.

 

Denominação Empresa
Design Multimédia
Centro de Estudos Cinematográficos/AAC
Local: Coimbra          Período: Jul, Ago e Set Detalhes
Nº de estágios  1
Período de estágio  Julho, Agosto e Setembro
Superior (Lic./Mest.)  Licenciatura
Distrito do estágio  Coimbra
Localidade do estágio  Coimbra
Formação académica Frequência de Licenciatura em Design e Multimédia, Som e Imagem, Design de Comunicação.
Perfil de competências – Planeamento e Organização,procura-se capacidade programar, organizar e controlar a elaboração da linha gráfica de comunicação do Festival Caminhos do Cinema Português.
– Iniciativa e autonomia, pretende-se um candidato capaz de actuar de modo independente e proactivo no seu dia a dia, que tome a iniciativas e faça face a problemas, empenhando-se em solucioná-los.
– Trabalho de Equipa e Cooperação, procura-se candidato capaz de integrar uma equipa de trabalho de constituição variada e gerar sinergias através de participação activa.
Objectivos a atingir – Implementar a linha gráfica da XXII edição do festival Caminhos do Cinema Português online e nos materiais de impressão que vão ser adoptados na comunicação.
– Desenvolvimento de soluções de comunicação audiovisual para o evento.
– Desenvolvimento e Gestão das ferramentas de comunicação do evento: Newsletter; Redes Sociais
Departamento onde
decorrerá o estágio
Coordenação de Design e Multimédia do Evento
Descrição das actividades a desenvolver – Implementar a linha gráfica – concepção das soluções de adaptação da linha gráfica do evento aos diferentes suportes gráficos como Cartazes A3, A4, Muppies, Outdoors, Flyers, adaptando as diferentes actividades do evento a soluções de comunicação criativas.
– Desenvolvimento de soluções de comunicação audiovisual para o evento, que passam pela criação de spot audiovisuais, integrando a linha gráfica delineada e adaptada para o evento, de forma a serem utilizados em Televisão e Outdoors digitais.
– Desenvolvimento e Gestão das ferramentas de comunicação do evento. Monitorizar as redes sociais e implementar nestes suportes de comunicação a informação a veicular aos diferentes públicos.

Extensão Traça – Mostra de Filmes de Arquivos Familiares

O Centro de Estudos Cinematográficos em conjunto com o Arquivo Municipal de Lisboa promovem uma extensão da mostra de cinema familiar TRAÇA em Coimbra nos próximos dias 24, 31 de Maio e 7 de Junho.

A TRAÇA é uma Mostra de Filmes de Arquivos Familiares que tem como objectivo dar a conhecer os filmes amadores, caseiros, oriundos de arquivos familiares. São filmes misteriosos, muitos deles de origem incerta, muito puros e directos, que permitem acompanhar, através de histórias íntimas, a história da cidade ou do país.

Em rigor não podemos afirmar que nos recordamos de ter sido, ter feito, existido apenas mas sempre de ter sido de ter feito ou ter existido num determinado lugar. As memórias não funcionam independentemente das vivências, materiais e imateriais, havendo um contexto, um meio espacial, em cada uma das memórias. Pela câmera o cinema comunica uma forma de olhar o mundo e uma recriação da realidade vivida ou imaginada, que pela fenomenologia do lugar nos remete para a ideia da presença do corpo nesse espaço. As relações interpessoais ou familiares e as relações com os lugares são objectos presentes na nossa memória e são frutos de uma experiência colectiva a partir da qual colocamos o corpo no espaço. Da mesma forma o espaço responde ao imemorial do corpo pela forma como a arquitectura molda e condiciona a acção dos corpos, mas que sobretudo nos dão formas de segurar, ou relacionar, o espaço à memória.

Num conjunto de várias exibições temáticas pretendemos exibir e discutir, de que forma a partilha e a recriação de memórias tão pessoais quanto as memórias familiares são possíveis de partilhar através da sétima arte.

Em todas as suas edições a TRAÇA tem um formato diferente sem esquecer o seu carácter experimental, convidando, a cada ano, uma série de criadores a trabalhar e produzir objectos novos a partir das obras existentes no arquivo municipal de Lisboa | videoteca, bem como exibindo estes filmes no seu estado bruto.

Programa

24, 31 de Maio e 7 de Junho
Mini-Auditório Salgado Zenha
Entrada Livre


Apresentação do Ciclo por Luís Umbelino | 24 de Maio

[one_half]LuisUmbelino-460x563[/one_half] [one_half_last]Licenciado em Filosofia (1994), Mestre em Filosofia Contemporânea (2000) e Doutorado em Letras – Filosofia Moderna e Contemporânea (2008) pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, instituição onde é Professor Auxiliar. É investigador do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra. Publica regularmente em Portugal e no estrangeiro sobre o horizonte da tradição reflexiva francesa, da fenomenologia francesa e da hermenêutica filosófica e interessa-se particularmente pelas temáticas da corporeidade e do espaço.[/one_half_last]
PIN000039-CatarinaAlvesCosta
[one_half] sem título | 8’ | 2015
REALIZAÇÃO: Catarina Alves Costa
MONTAGEM: Pedro Duarte
PRODUÇÃO: AML-Videoteca e Fitas na Rua/EGEAC [/one_half] [one_half_last]Catarina Alves Costa descobre, nos filmes de família que recebeu, inesperados espaços em branco, momentos que escapam à pose, acasos. Articula-os. Daí resulta um filme misterioso – justamente sem título – que explora com subtileza e curiosidade a abertura do sentido, característica destes filmes, que é também, em grande medida, a sua força. [/one_half_last]


PIN000047-EdgarPêra
[one_half] sem título | 11’ | 2015
REALIZAÇÃO: Edgar Pêra
PÓS- PRODUÇÃO 2D: Cláudio Vasques
No som, excerto do filme 25Abril, Uma Aventura Para a Democracya, de Edgar Pêra
PRODUÇÃO: AML- Videoteca e Fitas na Rua/EGEAC [/one_half] [one_half_last]Projeção nos filmes de família em bruto – praia, parque de campismo, passeios, Natais felizes, as ruas de Lisboa,murais espalhados pelo país – de imagens (também sonoras) da Revolução. Edgar Pêra contrapõe assim dois arquivos: um que documenta a vida familiar burguesa, outro que acompanha o momento, preciso, da mudança. [/one_half_last]
PIN000046-SusanaNobre
[one_half] sem título | 6’ | 2015
REALIZAÇÃO: Susana Nobre
Com a participação de Maria do Céu Nobre, Susana Nobre e Laura Nobre Afonso
Com excertos de Mère et fille, une correspondance (1913- 1962) de Françoise Dolto (edição Mercur de France)
PRODUÇÃO: AML-Videoteca e Fitas na Rua/ EGEAC [/one_half] [one_half_last]Pontuado e guiado por excertos de uma correspondência entre mãe e filha (de um livro de Françoise Dolto), o filme enche de imagens as palavras trocadas – ou vice-versa. Não há rememoração. Há sim uma troca entre presentes. E emoção na cadência dos intertítulos e no ritmo dos planos de natureza e vida familiar. [/one_half_last]


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[one_half] Sempre Estivemos Aqui | 10’ | 2015
REALIZAÇÃO: Margarida Cardoso
No som, excertos de Lisbon Story (Wim Wenders, 1994), leitura de textos publicados no Diário
de Lisboa, excertos de Love Me, Please Love Me (música de Michel Polnareff, 1967)
PRODUÇÃO: AML-Videoteca e Fitas na Rua/ EGEAC [/one_half] [one_half_last]A leitura de excertos do Diário de Lisboa, com descrições de acontecimentos relacionados com o Zoo, traça a narrativa e o dispositivo: Margarida Cardoso associa datas e acontecimentos marcantes da história portuguesa, à história dos animais encarcerados, testemunhas silenciosas e esquecidas. A associação é aberta, livre, sugere perguntas mais do que propõe respostas. Quem são esses que sempre estiveram aqui? [/one_half_last]


PIN000037-JorgeCramez
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O Prazer de Associar | 6’ | 2015
REALIZAÇÃO: Jorge Cramez e Diogo Allen
PRODUÇÃO: AML- Videoteca e Fitas na Rua/EGEAC [/one_half] [one_half_last]Perante os filmes de família da coleção do AML-Videoteca, Jorge Cramez enceta, com Diogo Allen, um exercício de memória e associação. O filme resulta desse exercício, e a cada plano ou cada sequência, os dois associam outras imagens e ideias, da história e da teoria do cinema. É assim um filme sobre isso: o cinema. [/one_half_last]


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[one_half] Save Project…. | 9’ | 2015
REALIZAÇÃO: José Filipe Costa Com a participação de Paula Diogo e Pedro Lacerda
PRODUÇÃO: AML-Videoteca e Fitas na Rua/EGEAC [/one_half] [one_half_last]Duas pessoas – um homem e uma mulher – em frente ao ecrã de computador. Imagens de origem desconhecida passam na linha de montagem. Os dois comentam o que vêem. Encontram recorrências e relações entre as pessoas que aparecem – estarão nas imagens ou na cabeça de quem vê? Save Project… é um filme sobre o aparecimento da ficção. [/one_half_last]
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[one_half] Mulher Ideal | 9’ | 2015
REALIZAÇÃO: Margarida Leitão
MONTAGEM: Margarida Leitão
SONOPLASTIA: Margarida Leitão, Filipe Fernandes, Dina Ferreira
IMAGEM: João Braz
VOZ: Manuel Mozos e Margarida Leitão
MÚSICA: Filipe da Graça
PRODUÇÃO: AML-Videoteca e Fitas na Rua/EGEAC [/one_half] [one_half_last] Dos filmes de família que recebeu, Margarida Leitão decide acompanhar uma mulher. Das perguntas que faz resulta um filme simultaneamente emocional, onde a voz da realizadora se coloca em cena, tomando o lugar de alguém que olha, de dentro da família, para essa mulher; e um filme crítico, e estranho pela contemporaneidade do retrato que faz – as leituras, por Manuel Mozos, do artigo “Mulher Ideal” publicado na revista Menina e Moça em 1948 soam violentamente familiares. [/one_half_last]

Ciclo de Cinema “Paisagens Culturais”

O Centro de Estudos Cinematográficos e o Museu Monográfico de Conimbriga apresentam como programação cultural no âmbito do Dia Internacional dos Museus, este ano sob a diretriz “Museus e Paisagens Culturais”, um Ciclo de Cinema.

Através da “Sétima Arte” procuram-se redescobrir outras paisagens, outras estórias, centradas na cidade de Coimbra. Desde a obra prima “Capas Negras”, onde a fadista Amália Rodrigues revelou o seu talento como atriz, passando também pelas lutas académicas dos anos 1969 em “Futebol de Causas”. “O Rasganço”, “Quinto Império” e “O Arquitecto e a Cidade Velha” são outras das obras que permitirão fazer uma viagem pelo tempo, percorrer momentos históricos, observar panoramas e iconografias diversas, retratadas pelo olhar peculiar de realizadores portugueses.

Entre os dias 17 e 21 de Maio, a partir das 21h30, no Auditório do Museu Monográfico de Conimbriga. A Entrada é Gratuita e limitada a 90 lugares.

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Como complemento a este ciclo de cinema há a possibilidade de se jantar no Restaurante do Museu Monográfico de Conimbriga. A reserva para jantar assegura automaticamente lugar na sala.

Ementa (10 € por pessoa com tudo incluído):
Dia 17: Caldo verde, Churrasquinho de porco preto, Panna-cotta.
Dia 18: Sopa de espinafres, Lombinho recheado com ameixas, Bolo de chocolate com gelado.
Dia 19: Sopa do mar, Salmão confitado, Bolo de ananás com gelado.
Dia 20: Sopa de legumes, Tibornada de bacalhau, Torta de laranja.
Dia 21: Duo de cenoura e couve-flor, Perú recheado com alheira, Tiramisú

Mais informação através do 239 941 177 / conimbriga@dgpc.pt