Arquivo da Categoria: Notícias

Al Berto” e “A Mãe É Que Sabe” são destaques no terceiro dia dos Caminhos do Cinema Português

São oito o núme­ro de ses­sões do ter­cei­ro dia do Cami­nhos Film Fes­ti­val, que inclu­em a série-docu­men­tal “No Tri­lho dos Natu­ra­lis­tas”.
O perío­do da manhã reser­va o pro­ta­go­nis­mo aos mais jovens. Será mais uma ses­são dos Cami­nhos Juni­o­res, pelas 10 horas, no Tea­tro Aca­dé­mi­co de Gil Vicen­te, ini­ci­an­do o ter­cei­ro dia de fes­ti­val.

Às 15 horas, no TAGV, pode­mos con­tar com mais uma ses­são da Sele­ção Cami­nhos, dedi­ca­da exclu­si­va­men­te aos Seni­o­res, com “A Mãe É Que Sabe”, ses­são que con­ta­rá com a pre­sen­ça do rea­li­za­dor Nuno Rocha e da pro­du­to­ra San­dra Pau­lo.

De vol­ta ao Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha, pelas 16h30, terá iní­cio mais uma ses­são da Sele­ção Ensai­os Inter­na­ci­o­nais, onde pode assis­tir-se à ani­ma­ção “Ys”, ao dra­ma fic­ci­o­nal “Dre­am” de Kang Shin Gyu, à cur­ta “Wai­ting Time” de Cla­ra Stern, “Dragon´s Wing” da búl­ga­ra Anto­nia Mil­che­va e “Mathi­as”, nova­men­te de Cla­ra Stern, pro­du­zi­do pela Film Aca­demy Vien­na.

+ em: “Al Ber­to” e “A Mãe É Que Sabe” são des­ta­ques no ter­cei­ro dia dos Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês

No trilho dos Naturalistas

A série docu­men­tal “No tri­lho dos natu­ra­lis­tas” é com­pos­ta por qua­tro epi­só­di­os, pro­du­zi­dos no âmbi­to de um pro­jec­to de inves­ti­ga­ção co-finan­ci­a­do pelo Ciên­cia Viva/ QREN, nos quais se apre­sen­tam os tri­lhos per­cor­ri­dos por inves­ti­ga­do­res da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra nas suas expe­di­ções botâ­ni­cas a S. Tomé e Prin­cí­pe, Ango­la e Moçam­bi­que, e se docu­men­tam as “Via­gens Filo­só­fi­cas” rea­li­za­das por cien­tis­tas por­tu­gue­ses no sécu­lo XVIII, em incur­sões nas anti­gas coló­ni­as por­tu­gue­sas.
Apro­vei­tan­do como pon­to de par­ti­da as expe­di­ções a Áfri­ca rea­li­za­das por inves­ti­ga­do­res por­tu­gue­ses na actu­a­li­da­de, esta série de docu­men­tá­ri­os fala-nos sobre a diver­si­da­de de plan­tas e a eco­lo­gia, sobre o fun­ci­o­na­men­to dos ecos­sis­te­mas e sobre a rela­ção entre a acção huma­na e o ambi­en­te. Em cada docu­men­tá­rio, vai-nos sen­do for­ne­ci­da infor­ma­ção cien­tí­fi­ca sobre o objec­to de estu­do da expe­di­ção em cau­sa, inter­ca­lan­do-se a demons­tra­ção das des­co­ber­tas cien­tí­fi­cas mais recen­tes com refe­rên­ci­as ao pas­sa­do da inves­ti­ga­ção cien­tí­fi­ca em tor­no dos ecos­sis­te­mas das regiões afri­ca­nas no perío­do do domí­nio colo­ni­a­lis­ta.
A for­ma como a infor­ma­ção cien­tí­fi­ca é tra­ba­lha­da cine­ma­to­gra­fi­ca­men­te nes­ta série tor­na-a mais ape­la­ti­va, con­tri­buin­do para pro­mo­ver o inte­res­se pela his­tó­ria da ciên­cia jun­to do públi­co em geral.
Com a série “No tri­lho dos natu­ra­lis­tas”, inte­gra­da por qua­tro fil­mes-docu­men­tá­rio, o Cami­nhos cum­pre uma mis­são peda­gó­gi­ca no âmbi­to das ciên­ci­as natu­rais, da soci­o­lo­gia e antro­po­lo­gia, diri­gin­do-se essen­ci­al­men­te a alu­nos e pro­fes­so­res, inte­res­sa­dos nes­tas áre­as, quer do ensi­no bási­co e secun­dá­rio, quer do ensi­no supe­ri­or.

+ em: No tri­lho dos Natu­ra­lis­tas

Mastersessions da 23.ª edição

As mas­ter­ses­si­ons são espa­ços de deba­te pro­mo­vi­dos pelo fes­ti­val que res­pon­dem a um con­jun­to de temá­ti­cas defi­ni­das em tor­no dos eixos cura­to­ri­ais pre­sen­tes na pro­gra­ma­ção de cada edi­ção, pro­mo­ven­do-se assim um espa­ço de refle­xão em inte­rac­ção com os dife­ren­tes públi­cos.
Pro­mo­ver e pre­mi­ar o cine­ma por­tu­guês tem sido a nos­sa mis­são des­de 1988, mas a sen­si­bi­li­za­ção dos públi­cos para o nos­so cine­ma não se pode fazer ape­nas pela pro­jec­ção no gran­de ecrã. Des­ta for­ma os Cami­nhos carac­te­ri­zam-se não só pela hete­ro­ge­nei­da­de da sua pro­gra­ma­ção, mas tam­bém do leque de acti­vi­da­des que pro­põe anu­al­men­te. A for­ma­ção de públi­cos, pas­sa tan­to pelo ensi­no, pelo con­su­mo, bem como pela dis­cus­são daqui­lo que é o nos­so cine­ma.

Nes­ta 23.ª edi­ção estão pro­gra­ma­das três ses­sões mas­ter ses­si­on; “Pri­mei­ros Pla­nos — Da Esco­la até ao Pri­mei­ro Fil­me; “A dis­tri­bui­ção do Cine­ma Por­tu­guês”; e “O Outro Eu”.

+ em: Mas­ter­ses­si­ons da 23.ª edi­ção

Cinema para a geração ‹‹Juniores››

A cap­ta­ção de um públi­co jovem para o cine­ma por­tu­guês é fun­da­men­tal, pelo que des­ta for­ma o even­to pre­ten­de man­ter um espa­ço reser­va­do à par­ti­ci­pa­ção das esco­las no fes­ti­val. Esta sec­ção apre­sen­ta-se como um ser­vi­ço edu­ca­ti­vo, ten­do por base ape­nas a expe­ri­men­ta­ção in loco de mui­tos minu­tos de pura magia para estas cri­an­ças, e que tor­na­rá pos­sí­vel a cri­a­ção de hábi­tos de con­su­mo des­de a infân­cia no que diz res­pei­to ao cine­ma por­tu­guês. A cres­cen­te ade­são por par­te das esco­las incen­ti­va-nos a que­rer ir mais além, ten­do a per­fei­ta cons­ci­ên­cia da lacu­na exis­ten­te na edu­ca­ção das cri­an­ças a nível do enri­que­ci­men­to cul­tu­ral e das difi­cul­da­des da gran­de mai­o­ria das famí­li­as em diver­si­fi­car as ati­vi­da­des extra-cur­ri­cu­la­res.

+ em: Cine­ma para a gera­ção ‹‹Juni­o­res››

Cerimónia de Abertura da 23.ª edição

Esta ses­são de índo­le pro­to­co­lar mar­ca o iní­cio for­mal des­ta XXIII edi­ção. Nela são rece­bi­das todas as enti­da­des envol­vi­das no Fes­ti­val e são nome­a­das em ges­to de agra­de­ci­mento. É tam­bém fei­ta uma peque­na apre­sen­ta­ção da pro­gra­ma­ção geral do Fes­ti­val e do gru­po de jura­dos das mais diver­sas cate­go­rias. Tam­bém mar­ca a estreia em gran­de écran da cur­ta metra­gem – A Cos­tu­rei­ri­nha – pro­du­zida no âmbi­to do 6.º cur­so de cine­ma­lo­gia pro­mo­vi­dos pela orga­ni­za­ção. Duran­te a pro­du­ção des­ta cur­ta-metra­gem os for­man­dos tive­ram a con­sul­ta­do­ria espe­ci­a­li­za­da de mes­tres do cine­ma por­tu­guês como Tel­mo Mar­tins, João Braz, Jor­ge Peli­ca­no ou Fer­nan­do Ven­drell.
Há ain­da espa­ço para a músi­ca com a actu­a­ção do Gru­po de Cor­das da Sec­ção de Fado da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mi­ca de Coim­bra.

+ em: Ceri­mó­nia de Aber­tu­ra da 23.ª edi­ção