Cinemalogia 3 — Os Formadores

Nes­ta edi­ção, o Cine­ma­lo­gia 3 rea­fir­ma a for­ma­ção como cri­a­ção artís­ti­ca, capaz de habi­li­tar os for­man­dos para o exer­cí­cio de fun­ções de exe­cu­ção téc­ni­ca e artís­ti­ca de obje­tos cine­ma­to­grá­fi­cos e audi­o­vi­su­ais e dan­do a pos­si­bi­li­da­de de pas­sar da teo­ria para a prá­ti­ca, inter­vin­do de for­ma arti­cu­la­da no cam­po da auto­ria e da dire­ção artís­ti­ca por for­ma ao lon­go do cur­so desen­vol­ver um pro­jec­to con­jun­to.

Em cada edi­ção intro­du­zi­mos novos temas res­pon­den­do às neces­si­da­des dos nos­sos for­man­dos. A ter­cei­ra edi­ção des­te cur­so con­ta com novos módu­los como a Intro­du­ção à Crí­ti­ca de Cine­ma e a refor­mu­la­ção de módu­los como a Direc­ção de Foto­gra­fia, com ênfa­se tam­bém na pós-pro­du­ção ou a rea­li­za­ção. O cur­so con­ta nova­men­te com os mai­o­res espe­ci­a­lis­tas do Cine­ma Por­tu­guês como Vicen­te Alves do Ó, Mário Patro­cí­nio, Ânge­la Cer­vei­ra, João C. Tor­res, Pedro Ada­mas­tor, Bran­ko Nes­kov, João Braz, Pedro Fili­pe Mar­ques, entre outros, em 304 horas de for­ma­ção da sua mai­o­ria em horá­rio pós-labo­ral.

Até 31 de Outu­bro apro­vei­te a pro­mo­ção “Gera­ção Quei­ma das Fitas” usu­fruin­do de um des­con­to de 50% sob o pre­ço total.

Convocatória de Plenário

Con­vo­ca­tó­ria de Ple­ná­rio Nos ter­mos da alí­nea a) do n.º 1 do arti­go 17.º do Regu­la­men­to Inter­no, a Mesa do Ple­ná­rio do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mi­ca de Coim­bra (CEC/AAC) con­vo­ca todos os sóci­os ordi­ná­ri­os para um Ple­ná­rio…

12th INTERNATIONAL COLLOQUIUM ON NONPROFIT, SOCIAL, ARTS AND HERITAGE MARKETING

O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos tem apos­ta­do ao lon­go dos últi­mos dez anos na cres­cen­te valo­ri­za­ção qua­li­ta­ti­va dos even­tos que pro­mo­ve e na qua­li­fi­ca­ção dos seus qua­dros. Atra­vés dos Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês e do Cine­ma­lo­gia afir­­mou-se uma peque­na orga­ni­za­ção,…

Gaiola Dourada — 2013 ↗

Gai­o­la Dou­ra­da’ (‘La cage dorée’), de Ruben Alves, retra­ta a his­tó­ria de Maria (Rita Blan­co) e José (Joa­quim de Almei­da), um casal por­tu­guês, uma por­tei­ra e um faz-tudo, que há 30 anos emi­grou para Paris em bus­ca de uma vida melhor do pon­to de vis­ta labo­ral e soci­al. Comum a esta bio­gra­fia encon­trar-se-ão uma série de por­tu­gue­ses, que ten­ta­ram pro­cu­rar um tra­ba­lho assa­la­ri­a­do está­vel, aca­ban­do por cons­truir a sua vida nes­sa Fran­ça mul­ti­cul­tu­ral. Maria e José serão, então, uma cari­ca­tu­ra de todos esses casais que nos anos 1970 esca­pa­ram da fúria revo­lu­ci­o­ná­ria, de um país sem­pre à bei­ra do pre­ci­pí­cio, ten­do den­tro de si o espí­ri­to dos egré­gi­os avós, mas filhos assu­mi­da­men­te fran­ce­ses e repug­nan­do toda uma cul­tu­ra da qual se enver­go­nham, no caso Pau­la e Pedro. A pri­mei­ra, noi­va de um fran­cês de gema, o segun­do um ado­les­cen­te que se ten­ta inte­grar no ensi­no secun­dá­rio, onde ser filho de por­tu­guês é moti­vo de crí­ti­ca.