O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos irá exi­bir o fil­me “Pau­la Rego — Tel­ling Tales” de Jake Auer­ba­ch, às 18:30 horas de 16 de Feve­rei­ro de 2012 no Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha. A exi­bi­ção está inte­gra­da na expo­si­ção “My Choi­ce”, obras da cole­ção Bri­tish Coun­cil e sele­ci­o­na­das por Pau­la Rego, que se encon­tra expos­ta na Casa das Cal­dei­ras da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra des­de 20 de Novem­bro.

A entra­da é livre.

Exibição filme “Paula Rego — Telling Tales” de Jake Auerbach

O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos vem por este meio infor­mar que a exi­bi­ção do fil­me “Pau­la Rego — Tel­ling Tales” de Jake Auer­ba­ch, pre­vis­ta para hoje às 18 horas no Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha foi trans­fe­ri­da para a sala de exi­bi­ção da Casa das Cal­dei­ras.

Aviso de Obras

O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mi­ca de Coim­bra (CEC/AAC), vem por este meio infor­mar que em vir­tu­de de se estar a pro­ce­der obras no Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha, o mes­mo se encon­tra indis­po­ní­vel duran­te as pri­mei­ras duas sema­nas de Janei­ro de 2012.
O Mini-Audi­tó­rio tem-se reve­la­do um espa­ço de for­ma­ção e de apre­sen­ta­ções, não estan­do na sua for­ma ori­gi­nal pro­jec­ta­do para acti­vi­da­des além da exi­bi­ção cine­ma­to­gráfi­ca e peque­nas pales­tras. As intro­du­ções tec­no­ló­gi­cas vie­ram revo­lu­ci­o­nar a for­ma­ção des­de a cons­tru­ção do mini-audi­tó­rio, dei­xan­do tan­to a for­ma­ção como as pales­tras ou con­fe­rên­ci­as de impren­sa cada vez mais depen­den­tes de con­teú­dos mul­ti­mé­dia. É urgen­te adap­tar o espa­ço e tor­nar-lo mais ver­sá­til.

Acre­di­ta­mos que estas peque­nas refor­mu­la­ções irão agi­li­zar o mini-audi­tó­rio de mei­os que não dis­põe actu­al­men­te e serão mui­to bem aco­lhi­das por todos os uti­li­za­do­res regu­la­res do espa­ço.

Concurso Take Manoel de Oliveira

O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos asso­cia-se ao Con­cur­so “Take Mano­el de Oli­vei­ra” orga­ni­za­do pela Asso­ci­a­ção de Pro­fes­so­res de Expres­são e Comu­ni­ca­ção Visu­al (APECV). Este con­cur­so visa “expan­dir os con­cei­tos asso­ci­a­dos à expres­são plás­ti­ca, sen­si­bi­li­zan­do, por um lado, os pro­fes­so­res a res­pei­to da inclu­são do cine­ma nas suas estra­té­gi­as de explo­ra­ção dos con­teú­dos pro­gra­má­ti­cos e, por outro, os alu­nos para a obra des­te cines­ta.”

O Ins­ti­tu­to do Cine­ma e do Audi­o­vi­su­al (ICA) dis­po­ni­bi­li­zou os fimes “O Estra­nho Caso de Angé­li­ca”, “Um Fil­me Fala­do”, “Sin­gu­la­ri­da­des de Uma Rapa­ri­ga Loi­ra” e “Cris­tó­vão Colom­bo, O Enig­ma” do rea­li­za­dor Mano­el de Oli­vei­ra. Os fil­mes já se encon­tram no Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos.

Os pro­fes­so­res par­ti­ci­pan­tes no X Con­cur­so de Expres­são Plás­ti­ca “Take Mano­el de Oli­vei­ra” podem requi­si­tar os fil­mes. Devem pre­en­cher a ficha de requi­si­ção (dis­po­ní­vel no regu­la­men­to) dos fil­mes. Cada esco­la pode­rá ficar com os fil­mes duran­te cin­co dias úteis.

Os pro­fes­so­res par­ti­ci­pan­tes pode­rão entrar em con­tac­to via email (cec@academica.pt), tele­fo­ne (239 410 408) ou des­lo­car-se ao CEC/AAC duran­te todos os dias úteis das 18 às 20.

Regu­la­men­to: APECV — Regu­la­men­to Con­cur­so Take Mano­el de Oli­vei­ra

Cinemateca de Brooklyn abre ciclo dedicado ao novo cinema português

João Pedro Rodrigues
“Mor­rer Como um Homem”, do rea­li­za­dor João Pedro Rodri­gues, vai ser exi­bi­do no ciclo em NY

A cine­ma­te­ca da Bro­o­klyn Aca­demy of Music (BAM) vol­ta a ser, a par­tir des­ta quin­ta-fei­ra, a “casa” do cine­ma por­tu­guês em Nova Ior­que, des­ta vez abrin­do as por­tas a “novas vozes” da pro­du­ção cine­ma­to­grá­fi­ca naci­o­nal.

Depois de mos­tras dedi­ca­das des­de 2010 a João César Mon­tei­ro, João Pedro Rodri­gues e Pedro Cos­ta, entre um e seis de Dezem­bro de 2011 o prin­ci­pal cen­tro cul­tu­ral de Bro­o­klyn (e um dos mai­o­res na região de Nova Ior­que) vai mos­trar “Som e Fúria: Cine­ma Por­tu­guês Recen­te”, com­ple­men­tan­do a ini­ci­a­ti­va com um fim-de-sema­na dedi­ca­do ao Fado.

Qui­se­mos mos­trar algu­mas das mais novas vozes do cine­ma por­tu­guês, como San­dro Agui­lar, Miguel Gomes ou João Nico­lau. Foi um pou­co difí­cil não ter fil­mes de Pedro Cos­ta ou Mano­el de Oli­vei­ra, mas qui­se­mos man­ter um espe­tá­cu­lo cla­ro e con­ci­so, não uma pes­qui­sa ao lon­go de um mês”, dis­se à Lusa a dire­to­ra da Cine­ma­te­ca do BAM, Flo­ren­ce Almo­zi­ni.

Cine­ma com Fado
Para “Mis­té­ri­os de Lis­boa”, de Raul Ruiz, mui­to acla­ma­do pela crí­ti­ca nor­te-ame­ri­ca­na, o BAM “teve” de arran­jar espa­ço no car­taz, mes­mo que o fale­ci­do rea­li­za­dor chi­le­no não se inte­gras­se no cri­té­rio de sele­ção de cine­as­tas para esta mos­tra, adi­an­tou Almo­zi­ni, con­fes­sa adep­ta de cine­ma por­tu­guês.

A mos­tra decor­re em para­le­lo a “Tudo Isto é Fado”, uma série de dois con­cer­tos na prin­ci­pal sala do BAM, onde, na sex­ta-fei­ra, dia dois de Dezem­bro, Cama­né e uma “embai­xa­da” de fadis­tas farão a sua estreia nos Esta­dos Uni­dos, seguin­do-se, no dia três de Dezem­bro, os mais recen­tes pro­jec­tos musi­cais Amá­lia Hoje e Deo­lin­da.

Com cura­do­ria de Almo­zi­ni e de Antó­nio Pedro­so, a mos­tra de cine­ma abre esta quin­ta-fei­ra com “O Barão”, de Edgar Pêra, pros­se­gue no domin­go com “Mor­rer Como um Homem”, de João Pedro Rodri­gues, e “A Espa­da e a Rosa”, de João Nico­lau.

Domin­go, qua­tro de Dezem­bro, será a vez de “Mis­té­ri­os de Lis­boa” e, na segun­da-fei­ra, será exi­bi­do “Aque­le Que­ri­do Mês de agos­to”, de Miguel Gomes, tam­bém bem aco­lhi­do pela crí­ti­ca nor­te-ame­ri­ca­na.

O últi­mo dia, seis de Dezem­bro, é dedi­ca­do a San­dro Agui­lar, com um con­jun­to de cur­tas-metra­gens e o fil­me “A Zona”. Ape­sar de todos os fil­mes “acres­cen­ta­rem algo” ao car­taz, Flo­ren­ce Almo­zi­ni admi­tiu par­ti­cu­lar pre­di­lec­ção por “Aque­le Que­ri­do Mês de agos­to”. “Esco­lhia-o pela exu­be­rân­cia, pela ale­gria, pelo retra­to com­ple­to de um mês de verão, ao mes­mo tem­po que mos­tra gran­des qua­li­da­des cine­má­ti­cas”, adi­an­tou a dire­to­ra da cine­ma­te­ca do BAM.

O cine­ma por­tu­guês que conhe­ço não faz cedên­ci­as e pen­so que é fei­to pura­men­te por méri­tos artís­ti­cos, sem se virar para agra­dar ou ape­lar a um públi­co mais gene­ra­lis­ta. E a cine­ma­to­gra­fia é sem­pre exce­ci­o­nal”, adi­an­ta Almo­zi­ni.

Mos­trar tra­ba­lhos como o de João César Mon­tei­ro “pode ser um desa­fio”, mas o papel de uma cine­ma­te­ca ou museu é “apre­sen­tar ao públi­co novas for­mas de cine­ma, novos ter­ri­tó­ri­os, novos rea­li­za­do­res”, e aí come­çou a liga­ção ao cine­ma por­tu­guês, afir­mou. Já a retros­pec­ti­va de João Pedro Rodri­gues, no ano pas­sa­do, que con­tou com a pre­sen­ça do rea­li­za­dor por­tu­guês, teve “gran­de res­pos­ta da crí­ti­ca e uma com­pa­rên­cia de espe­ta­do­res mui­to boa”, subli­nhou.

Fon­te

 

 

Cineclube Universitário de Coimbra