Centro de Estudos Cinematográficos

Suspensão de Actividades

Devi­do ao sur­to do COVID-19 e toman­do em con­ta as reco­men­da­ções da Dire­ção Geral de Saú­de e os pla­nos de con­tin­gên­cia da Rei­to­ria da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra (UC) e Dire­ção Geral da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mi­ca de Coim­bra (AAC), onde decor­rem as nos­sas prin­ci­pais acti­vi­da­des infor­ma­mos que sus­pen­de­mos as nos­sas acti­vi­da­des duran­te um perío­do míni­mo de 15 dias. Acres­cen­ta­mos que a AAC se encon­tra na Fase 3 — Ris­co Ele­va­do pre­vis­ta no pla­no de con­tin­gên­cia, deven­do todas as medi­das ser segui­das sem exce­ção.

O uso do Mini-Audi­­tó­­rio será sus­pen­so a todos os uti­li­za­do­res em igual perío­do.

O aten­di­men­to aos asso­ci­a­dos será rea­li­za­do por mar­ca­ção atra­vés do email [email protected]

As acti­vi­da­des pre­vis­tas serão reca­len­da­ri­za­das e comu­ni­ca­das opor­tu­na­men­te.

Lamen­ta­mos todos os incon­ve­ni­en­tes cau­sa­dos, mas é pelo inte­res­se comum da comu­ni­da­de.

Devi­do ao sur­to do COVID-19 e toman­do em con­ta as reco­men­da­ções da Dire­ção Geral de Saú­de e os pla­nos de con­tin­gên­cia da Rei­to­ria da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra (UC) e Dire­ção Geral da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mi­ca de Coim­bra (AAC), onde decor­rem as nos­sas prin­ci­pais acti­vi­da­des infor­ma­mos que sus­pen­de­mos as nos­sas acti­vi­da­des duran­te o perío­do em que vigo­rar a sus­pen­são do fun­ci­o­na­men­to de todos os esta­be­le­ci­men­tos de ensi­no anun­ci­a­da pelo Gover­no de Por­tu­gal no dia 12 de Mar­ço de 2020.

Acres­cen­ta­mos que a AAC se encon­tra na Fase 3 — Ris­co Ele­va­do pre­vis­ta no seu pla­no de con­tin­gên­cia, deven­do todas as medi­das ser segui­das sem exce­ção.

O uso do Mini-Audi­­tó­­rio será sus­pen­so a todos os uti­li­za­do­res em igual perío­do. 

O aten­di­men­to aos asso­ci­a­dos será rea­li­za­do por mar­ca­ção e de for­ma não pre­sen­ci­al atra­vés do email [email protected]

As acti­vi­da­des pre­vis­tas serão reca­len­da­ri­za­das e comu­ni­ca­das opor­tu­na­men­te. 

Lamen­ta­mos todos os incon­ve­ni­en­tes cau­sa­dos, mas é pelo inte­res­se comum da comu­ni­da­de. 

Cinema Português: Uma História de Ousadia

Cele­bran­do a 22.ª Sema­na Cul­tu­ral e os 730 anos da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos asso­cia à sua pro­gra­ma­ção anu­al um con­jun­to de cur­­tas-metra­­gens que demons­tram o ousa­do cres­ci­men­to artís­ti­co do cine­ma naci­o­nal, cri­an­do momen­tos de refle­xão e dis­cus­são em sala. A temá­ti­ca “Ousadia(s)” pau­ta­rá todas as ses­sões pro­gra­ma­das em Mar­ço, incluin­do pro­jec­ção de fil­mes naci­o­nais que mos­tram a resi­li­ên­cia de fazer cine­ma em Por­tu­gal.

A 30 de Mar­ço, como for­ma de súmu­la da acti­vi­da­de, irá ser rea­li­za­da uma mesa redon­da, onde pro­fis­si­o­nais na área do audi­o­vi­su­al e artís­ti­co fala­rão sobre as pos­si­bi­li­da­des de saí­das pro­fis­si­o­nais na área. Dedi­ca­da a todos os estu­dan­tes da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, a entra­da para estes e asso­ci­a­dos, será gra­tui­ta em toda a acti­vi­da­de.

Cele­bran­do a 22.ª Sema­na Cul­tu­ral e os 730 anos da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos asso­cia à sua pro­gra­ma­ção anu­al um con­jun­to de cur­­tas-metra­­gens que demons­tram o ousa­do cres­ci­men­to artís­ti­co do cine­ma naci­o­nal, cri­an­do momen­tos de refle­xão e dis­cus­são em sala. A temá­ti­ca “Ousadia(s)” pau­ta­rá todas as ses­sões pro­gra­ma­das em Mar­ço, incluin­do pro­jec­ção de fil­mes naci­o­nais que mos­tram a resi­li­ên­cia de fazer cine­ma em Por­tu­gal.

Isto Não é um Filme, de Mojtaba Mirtahmasb e Jafar Panahi

A arte sem­pre foi uma arma polí­ti­ca de rei­vin­di­ca­ção, resis­tên­cia e pro­gres­so. Não é ao aca­so que as van­guar­das ide­o­ló­gi­cas da con­tem­po­ra­nei­da­de foram sem­pre acom­pa­nha­das de van­guar­das artís­ti­cas — e o cine­ma, des­de a sua insur­gên­cia, sem­pre fez par­te das mes­mas. Nes­te ciclo cele­­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje.

Reco­nhe­ci­do como um dos mais impor­tan­tes rea­li­za­do­res da actu­a­li­da­de, Jafar Panahi – cujos fil­mes exa­mi­nam de for­ma crí­ti­ca a rea­li­da­de soci­al do Irão — foi pre­so em sua casa em Mar­ço de 2010 e con­de­na­do a 6 anos de pri­são em Dezem­bro do mes­mo ano. Foi ain­da proi­bi­do de fazer fil­mes duran­te os pró­xi­mos 20 anos.

Em pri­são domi­ci­liá­ria e impos­si­bi­li­ta­do de fil­mar, Panahi deci­de “con­tar” um fil­me em vez de o “fazer”. O resul­ta­do é um fil­me espan­to­so e como­ven­te sobre o poder do cine­ma, sobre a cen­su­ra, e sobre a liber­da­de de expres­são.

A arte sem­pre foi uma arma polí­ti­ca de rei­vin­di­ca­ção, resis­tên­cia e pro­gres­so. Não é ao aca­so que as van­guar­das ide­o­ló­gi­cas da con­tem­po­ra­nei­da­de foram sem­pre acom­pa­nha­das de van­guar­das artís­ti­cas — e o cine­ma, des­de a sua insur­gên­cia, sem­pre fez par­te das mes­mas. Nes­te ciclo cele­­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje.

Reco­nhe­ci­do como um dos mais impor­tan­tes rea­li­za­do­res da actu­a­li­da­de, Jafar Panahi – cujos fil­mes exa­mi­nam de for­ma crí­ti­ca a rea­li­da­de soci­al do Irão — foi pre­so em sua casa em Mar­ço de 2010 e con­de­na­do a 6 anos de pri­são em Dezem­bro do mes­mo ano. Foi ain­da proi­bi­do de fazer fil­mes duran­te os pró­xi­mos 20 anos.