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A Portuguesa” de Rita Azevedo Gomes no Festival de Cinema de Berlim

A lon­ga-metra­gem da rea­li­za­do­ra por­tu­gue­sa fará par­te da sec­ção Ber­li­na­le Forum do fes­ti­val que decor­re de 7 a 17 de feve­rei­ro.

Cinema Portugus

A longa-metragem da realizadora portuguesa far parte da seco Berlinale Forum do festival que decorre de 7 a 17 de fevereiro.

Arti­go reco­men­da­do:
A Portuguesa de Rita Azevedo Gomes no Festival de Cinema de Berlim
Cine­ma Por­tu­gus

Ser­pen­trio de Car­los Con­ceio no Frum do Fes­ti­val de Ber­lim A pri­mei­ra lon­ga-metra­gem do rea­li­za­dor por­tu­gus ter estreia mun­di­al numa das seces para­le­las do cer­ta­me ale­mo.

O filme “A Portuguesa”, de Rita Azevedo Gomes, estará presente na 69ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, integrado na secção Berlinale Forum, anunciou esta sexta-feira a produtora Basilisco Filmes.

“A Por­tu­gue­sa” é ins­pi­ra­do no con­to de Robert Musil, “Die Por­tu­gi­e­sin”, com adap­ta­ção e diá­lo­gos de Agus­ti­na Bes­sa-Luís. Tem como intér­pre­tes Cla­ra Rie­dens­tein, Mar­cel­lo Urgeghe, Rita Durão, Pier­re Léon, João Vicen­te, Manu­e­la de Frei­tas, Ade­lai­de Tei­xei­ra, Ale­xan­dre Alves Cos­ta e Ingrid Caven.

A estreia comer­ci­al em Por­tu­gal está mar­ca­da para 28 de Feve­rei­ro, com dis­tri­bui­ção da Leo­par­do Fil­mes.

SINOPSE

No nor­te de Itá­lia, os von Ket­ten (Del­le Cate­ne como são conhe­ci­dos nas redon­de­zas), ser­vem-se da ascen­dên­cia ger­mâ­ni­ca con­for­me lhes con­vém. Dis­pu­tam as for­ças do Epis­co­pa­do de Tren­to, apo­de­ran­do-se de tudo o que está ao seu alcan­ce, com astú­cia e cal­ma.

Para que nada limi­te o cam­po de acção, Herr Ket­ten pro­cu­ra casa­men­to num país dis­tan­te: Por­tu­gal. Duran­te o ano de lua-de-mel, na via­gem de regres­so, nas­ce o pri­mei­ro filho. Mas, mal che­gam ao cas­te­lo, Ket­ten par­te de novo para a guer­ra. A por­tu­gue­sa, con­tra­ri­an­do a von­ta­de do mari­do, recu­sa-se a regres­sar a Por­tu­gal.

Onze anos decor­rem, entre con­ten­das e esca­ra­mu­ças e von Ket­ten rara­men­te vai a casa. Cor­rem rumo­res à vol­ta da pre­sen­ça daque­la ‘estran­gei­ra’, iso­la­da no cas­te­lo som­brio, rode­a­da pelas aias e escra­vas moi­ras e na com­pa­nhia de Pêro Loba­to, um pri­mo que che­gou de visi­ta. Há quem diga que ela é uma here­ge… Até que um dia o Bis­po de Tren­to aca­ba por mor­rer. Com a assi­na­tu­ra da paz, che­ga ao fim uma luta de suces­si­vas gera­ções. Assim, cai o pano de fun­do da vida de von Ket­ten. A por­tu­gue­sa, que sonha­ra com uma ter­ra cheia de ines­pe­ra­do, vê regres­sar a casa um ser inde­fe­so, febril, enfra­que­ci­do. Nes­te fim apa­ren­te, a por­tu­gue­sa ven­ce onde a mor­te pare­cia que­rer entrar…

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