Arquivo de etiquetas: formação

Cinemalogia 2 — Da Ideia ao Filme

Da Ideia do FilmeMais de um sécu­lo após a sua inven­ção, o cine­ma con­ti­nua a ser a for­ma de expres­são artís­ti­ca mais impor­tan­te do mun­do con­tem­po­râ­neo. A sua “lin­gua­gem” é hoje adop­ta­da por toda uma série de mei­os de comu­ni­ca­ção e expres­são visu­al, infu­en­ci­an­do não só os novos media, mas con­ta­gi­an­do ou inva­din­do mes­mo, tam­bém, outras for­mas de mani­fes­ta­ção artís­ti­ca tra­di­ci­o­nais, da lite­ra­tu­ra à pin­tu­ra ou da dan­ça à arqui­tec­tu­ra.

De fac­to, ape­sar, ou por cau­sa, de todos os desen­vol­vi­men­tos téc­ni­cos e artís­ti­cos atra­vés dos quais se foi per­ma­nen­te­men­te (re)inventando, o cine­ma cons­ti­tui, inde­pen­den­te­men­te do supor­te em que é gra­va­do ou do for­ma­to em que é exi­bi­do, um dos mei­os de expres­são artís­ti­ca mais com­ple­xos que nos é dado apre­ci­ar.

Arte-sín­te­se, como já foi des­cri­to, por incor­po­rar téc­ni­cas e for­mas de expres­são de todas as artes ante­ri­o­res, o cine­ma ou “ima­gem em movi­men­to”, cons­ti­tui pois uma das mani­fes­ta­ções artís­ti­ca mais expres­si­vas, mas tam­bém das mais exi­gen­tes do pon­to de vis­ta cri­a­ti­vo, pre­ci­sa­men­te por exi­gir o domí­nio de um sem núme­ro de conhe­ci­men­tos téc­ni­cos e artís­ti­cos e o desen­vol­vi­men­to de todo um con­jun­to de com­pe­tên­ci­as espe­cí­fi­cas.

Nes­te cur­so de ini­ci­a­ção à rea­li­za­ção cine­ma­to­grá­fi­ca, pre­ten­de-se trans­mi­tir os prin­ci­pais conhe­ci­men­tos e desen­vol­ver as prin­ci­pais com­pe­tên­ci­as, quer do pon­to de vis­ta téc­ni­co, quer artís­ti­co, neces­sá­ri­os à rea­li­za­ção de um pro­jec­to cine­ma­to­grá­fi­co, des­de a con­cep­ção e desen­vol­vi­men­to de uma ideia de fic­ção ori­gi­nal à sua exi­bi­ção numa sala de cine­ma, habi­li­tan­do os for­man­dos a pro­du­zi­rem uma cur­ta-metra­gem, usan­do os conhe­ci­men­tos de pro­du­ção de vídeo digi­tal con­se­gui­dos ao lon­go da for­ma­ção.

 

Pré-Pro­du­ção

24 Novem­bro
His­tó­ria do Cine­ma — Pau­lo Gran­ja
25 Novem­bro
Intro­du­ção à Lin­gua­gem Cine­ma­to­grá­fi­ca — Pau­lo Cunha

1,2 Dezem­bro
Argu­men­to I — Enqua­dra­men­to Teó­ri­co — Tia­go R. San­tos

8 Dezem­bro
Equi­pas, Car­gos Téc­ni­cos e Artís­ti­cos — Ale­xan­dre Cebri­an Valen­te

9 Dezem­bro
Finan­ci­a­men­to & Aspec­tos Legais — Antó­nio Cos­ta Valen­te

15,16 Dezem­bro
Argu­men­to II — Escri­ta — Tia­go R. San­tos

 

Roda­gem
16,17 Feve­rei­ro
Pré-Pro­du­ção I — Maria João Mayer

23,24 Feve­rei­ro
Ima­gem I — Cine­ma­to­gra­fia — Tony Cos­ta
2,3 Mar­ço
Ima­gem II — Ilu­mi­na­ção — Acá­cio de Almei­da

9 Mar­ço
Som I — Teo­ria do Som — Tia­go Fer­nan­des

10 Mar­ço
Direc­ção de Arte — Augus­to Mayer

17 Mar­ço
Direc­ção de Acto­res — Sér­gio Gra­ci­a­no

23,24 Mar­ço
Pré-Pro­du­ção II — Dia­na Coe­lho

25 a 28 Mar­ço
Rea­li­za­ção — Artur Ser­ra Araú­jo

 

Pós-Pro­du­ção

6 Abril
Mon­ta­gem — Teo­ria — João Braz

7,13,14 Abril
Edi­ção de Som & Ima­gem — Tia­go Antu­nes

20,21 Abril
Ima­gem III — Pós-Pro­du­ção — Rodri­go Lacer­da

27 Abril
Design de Títu­los — Nel­son Zagal­lo

28 Abril
Som II — Sono­plas­tia e Com­po­si­ção Musi­cal — Pedro Jane­la

18, 19 Maio
Som III — Pós-Pro­du­ção — Bran­co Nes­kov

25 Maio
Cine­ma Docu­men­tal: Abor­da­gens — Jor­ge Peli­ca­no

26 Maio
Pro­mo­ção e Comer­ci­a­li­za­ção — Mar­ta Fer­nan­des

1,2 Junho
Pro­jec­ção Cine­ma­to­grá­fi­ca — João Sil­va

Ins­cri­ções dis­po­ní­veis em: http://caminhos.info/

Cinemalogia — Da Ideia ao Filme

... da ideia ao filmeMais de um sécu­lo após a sua inven­ção, o cine­ma con­ti­nua a ser a for­ma de expres­são artís­ti­ca mais impor­tan­te do mun­do con­tem­po­râ­neo. A sua “lin­gua­gem” é hoje adop­ta­da por toda uma série de mei­os de comu­ni­ca­ção e expres­são visu­al, influ­en­ci­an­do não só os novos media, mas con­ta­gi­an­do ou inva­din­do mes­mo, tam­bém, outras for­mas de mani­fes­ta­ção artís­ti­ca tra­di­ci­o­nais, da lite­ra­tu­ra à pin­tu­ra ou da dan­ça à arqui­tec­tu­ra.

De fac­to, ape­sar, ou por cau­sa, de todos os desen­vol­vi­men­tos téc­ni­cos e artís­ti­cos atra­vés dos quais se foi per­ma­nen­te­men­te (re)inventando, o cine­ma cons­ti­tui, inde­pen­den­te­men­te do supor­te em que é gra­va­do ou do for­ma­to em que é exi­bi­do, um dos mei­os de expres­são artís­ti­ca mais com­ple­xos que nos é dado apre­ci­ar.

Arte-sín­te­se, como já foi des­cri­to, por incor­po­rar téc­ni­cas e for­mas de expres­são de todas as artes ante­ri­o­res, o cine­ma ou “ima­gem em movi­men­to”, cons­ti­tui pois uma das mani­fes­ta­ções artís­ti­ca mais expres­si­vas, mas tam­bém das mais exi­gen­tes do pon­to de vis­ta cri­a­ti­vo, pre­ci­sa­men­te, por exi­gir o domí­nio de um sem núme­ro de conhe­ci­men­tos téc­ni­cos e artís­ti­cos, e o desen­vol­vi­men­to de todo um con­jun­to de com­pe­tên­ci­as espe­cí­fi­cas.

Nes­te cur­so de ini­ci­a­ção à rea­li­za­ção cine­ma­to­grá­fi­ca, pre­ten­de-se trans­mi­tir os prin­ci­pais conhe­ci­men­tos e desen­vol­ver as prin­ci­pais com­pe­tên­ci­as, quer do pon­to de vis­ta téc­ni­co, quer artís­ti­co, neces­sá­ri­os à rea­li­za­ção de um pro­jec­to cine­ma­to­grá­fi­co, des­de a con­cep­ção e desen­vol­vi­men­to de uma ideia de fic­ção ori­gi­nal à sua exi­bi­ção numa sala de cine­ma, habi­li­tan­do os for­man­dos a pro­du­zi­rem uma cur­ta-metra­gem, usan­do os conhe­ci­men­tos de pro­du­ção de vídeo digi­tal con­se­gui­dos ao lon­go da for­ma­ção.

Con­sul­te as datas e as diver­sas acções de for­ma­ção exis­ten­tes:

Ele­men­tos For­mais da Lin­gua­gem Cine­ma­to­grá­fi­ca | For­ma­dor Faus­to Cru­chi­nho | 19 Novem­bro 2011| 8 Horas

Equi­pas, Car­gos Téc­ni­cos na Rea­li­za­ção | For­ma­dor Antó­nio Cos­ta Valen­te | 20 Novem­bro 2011 | 8 Horas

Argu­men­to | For­ma­dor Dani­el Ribas | 26 e 27 Novem­bro 2011 | 16 Horas

Finan­ci­a­men­to e Aspec­tos Legais | For­ma­dor Vítor Fer­rei­ra 2011 | 3 Dezem­bro | 8 Horas

Pré-Pro­du­ção | For­ma­dor José Fari­nha | 18 e 19 Feve­rei­ro 2012 | 16 Horas

Rea­li­za­ção | For­ma­dor Tel­mo Mar­tins | 25 e 26 Feve­rei­ro 2012 | 16 Horas

Ima­gem | For­ma­dor Edu­ar­do Morais | 3 e 4 de Mar­ço 2012 | 16 Horas

Som | For­ma­dor Vas­co Pimen­tel | 10 de Mar­ço 2012 | 8 Horas

Direc­ção de Acto­res | For­ma­dor Artur Pinhei­ro | 11 Mar­ço 2012 | 8 horas

Mon­ta­gem | For­ma­dor João Brás | 17 e 18 Mar­ço 2012 | 16 horas

Edi­ção de Som e Ima­gem | For­ma­dor Tia­go San­tos | 24 e 25 Mar­ço | 16 horas

Pro­mo­ção e Comer­ci­a­li­za­ção | For­ma­dor Sér­gio Lopes | 31 Mar­ço | 8 horas

Pro­jec­ção Cine­ma­to­grá­fi­ca | 1 Abril | 8 horas

Faça já a sua ins­cri­ção aqui.

Balanço de 2010 \ O Ano da Secção.

Fin­dan­do o ano é tem­po de efec­tu­ar balan­ços. O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos está nes­te momen­to a meio do man­da­do que nos últi­mos anos mais acti­vi­da­des rea­li­zou para­le­la­men­te ao gran­de even­to cul­tu­ral da Aca­de­mia Coim­brã que é o Fes­ti­val Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês.

Pode não pare­cer, mas toda a pre­pa­ra­ção de um even­to com tal enver­ga­du­ra neces­si­ta de um ano intei­ro de tra­ba­lho, em que são defi­ni­das as par­ce­ri­as, as acti­vi­da­des, as iden­ti­da­des grá­fi­cas, os cola­bo­ra­dos, …, enfim todo o cami­nho que per­mi­tiu que este ano cer­ca de 9100 espec­ta­do­res tives­sem direi­to a todo o cine­ma Por­tu­guês ao lon­go de dez dias no Tea­tro Aca­dé­mi­co de Gil Vicen­te. Da Ani­ma­ção à Lon­ga Metra­gem, peque­nos e graú­dos aju­da­ram a fazer a mai­or fes­ta de Cine­ma Por­tu­guês de sem­pre.

Mui­tos foram os cami­nhos que per­mi­ti­ram que a sec­ção não fos­se do ano, mas sim que fos­se o ano da sec­ção se afir­mar nova­men­te como cen­tro pro­du­tor de audi­o­vi­su­al, quer ao lon­go do actu­al man­da­to, que o rela­tó­rio de acti­vi­da­des é aqui ane­xa­do, como no final do ante­ri­or man­da­to que em auto-ges­tão, pro­du­ziu um epi­só­dio pilo­to do pro­gra­ma de cine­ma “Os Sus­pei­tos do Cos­tu­me”, rea­li­zou a pós-pro­du­ção da média metra­gem de Rodri­go Seco Lopes e José Fer­nan­des.

Além da re-acti­va­ção da pro­du­ção além cami­nhos, foi tam­bém um ano em que se reac­ti­vou a for­ma­ção inter­na e fei­ta de for­ma mais con­tí­nua e menos inten­si­va. Nes­ta for­ma­ção em téc­ni­ca e pro­du­ção de vídeo foram abor­da­das temá­ti­cas téc­ni­cas, assim como exer­cí­ci­os prác­ti­cos de mon­ta­gem e pro­du­ção de vídeo.