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Leilão Solidário Caminhos do Cinema Português

Leilão Solidário

No pró­xi­mo dia 2 de Junho, pelas 16 horas, o fes­ti­val Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês irá pro­mo­ver um Lei­lão Soli­dá­rio de Memo­ra­bi­lia de fil­mes, no Salão Caf­fé do Casi­no da Figuei­ra da Foz.

No caso, tra­ta-se de uma reco­lha de vári­os objec­tos rela­ci­o­na­dos com fil­mes que mar­ca­ram vári­as edi­ções do mai­or fes­ti­val de Cine­ma Por­tu­guês. A memo­ra­bi­lia de fil­mes são objec­tos con­si­de­ra­dos dig­nos de memó­ria e que, mui­tas vezes, se tor­nam itens de colec­ci­o­na­do­res, «coi­sas que ser­vem para serem lem­bra­das». Qua­se todos os arti­gos foram usa­dos nos pró­pri­os fil­mes, con­tri­buin­do des­ta­ca­da­men­te na cons­tru­ção de diver­sas nar­ra­ti­vas de refe­rên­cia.

É de sali­en­tar que mui­to des­se patri­mó­nio atin­ge um valor artís­ti­co assi­na­lá­vel e incal­cu­lá­vel sen­do que o lei­lão repre­sen­ta uma opor­tu­ni­da­de excep­ci­o­nal para adqui­rir algu­mas peças úni­cas. Cer­tos objec­tos sal­tam de ime­di­a­to à vis­ta, tal é o espí­ri­to cri­a­ti­vo que neles está impreg­na­do e todo e cada um dos arti­gos tem uma his­tó­ria para con­tar. Des­de um exem­plar do catá­lo­go da pri­mei­ra edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês, pas­san­do por uma pla­ca com o nome da casa «Som de Cris­tal», objec­to da cena da casa de alter­ne, do fil­me de Miguel Gomes, «Aque­le Que­ri­do mês de Agos­to», até o gra­va­dor de cas­se­tes Ten­sai e um gra­va­dor por­tá­til Olym­pus uti­li­za­dos por Pedro Hest­nes (fale­ci­do em Junho 2011) no fil­me «Em segun­da mão», da rea­li­za­do­ra Cata­ri­na Rui­vo.

Mais um bom moti­vo para tomar par­te des­te lei­lão: esta­mos peran­te um Lei­lão Soli­dá­rio. O lei­lão é co-orga­ni­za­do pelo fes­ti­val Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês e pela Domus Legis, uma repu­ta­da agên­cia de lei­lões, e as recei­tas rever­te­rão total­men­te para a Hepa­tu­rix — Asso­ci­a­ção Naci­o­nal das Cri­an­ças e Jovens Trans­plan­ta­dos ou com Doen­ças Hepá­ti­cas. A Hepa­tu­rix é uma asso­ci­a­ção sem fins lucra­ti­vos, cuja mis­são é repre­sen­tar os inte­res­ses de todas as cri­an­ças e jovens com doen­ças hepá­ti­cas cró­ni­cas, e que nas­ceu da neces­si­da­de que um gru­po de pais sen­tiu em se asso­ci­ar, para assim, em con­jun­to, encon­tra­rem solu­ções com vis­ta à melho­ria da qua­li­da­de de vida dos seus filhos.

O cum­pri­men­to dos objec­ti­vos da Hepa­tu­rix pas­sa por, jun­to dos diver­sos pode­res de deci­são, con­se­guir que nenhu­ma des­tas cri­an­ças ou jovens se sin­ta des­fa­vo­ra­vel­men­te dis­cri­mi­na­do.

Com esta acti­vi­da­de, o fes­ti­val Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês pro­cu­ra auxi­li­ar a Hepa­tu­rix a fazer face às neces­si­da­des, nome­a­da­men­te na com­pra de lei­tes espe­ci­ais e medi­ca­ção para as cri­an­ças em tra­ta­men­to, trans­por­tes para as con­sul­tas, manu­ten­ção de um apar­ta­men­to T1 para alo­ja­men­to das famí­li­as e mes­mo dos pró­pri­os doen­tes, apoi­os soci­ais a famí­li­as mui­to caren­ci­a­das.

Os arti­gos a lei­lo­ar esta­rão expos­tos na entra­da do Casi­no da Figuei­ra da Foz, entre 27 de Maio e 1 de Junho de 2013.

Apro­vei­te a oca­sião e seja soli­dá­rio!

Temores — Ciclo de Cinema

De 4 de Abril a 13 de Junho, o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos irá exi­bir, às quin­tas-fei­ras às 22:00, um ciclo de cine­ma inti­tu­la­do ‘TEMORES’, cuja linha con­ver­gen­te será a catar­se do espec­ta­dor atra­vés do sen­ti­men­to do medo. Um géne­ro de home­na­gem às pri­mei­ras expe­ri­ên­ci­as cine­ma­to­grá­fi­cas, lem­bre­mo-nos que o cine­ma foi cri­a­do não para cri­ar apa­tia em quem o obser­va, mas para cri­ar uma mudan­ça na sua psi­que, seja ela de que índo­le for.

Desen­ro­lan­do-se em nove paí­ses dife­ren­tes, o espec­ta­dor via­ja­rá inter­na­ci­o­nal­men­te den­tro do Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha, no edi­fí­cio da AAC, que será, duran­te estas quin­tas-fei­ras, a capi­tal inter­na­ci­o­nal do ter­ror. A entra­da é livre.

A nos­sa jor­na­da come­ça em Por­tu­gal com a cur­ta ‘Feliz Ani­ver­sá­rio’ de Jor­ge Cra­mez, que nos ensi­na que nin­guém esco­lhe o mal por ser o mal, ape­nas o con­fun­de com a feli­ci­da­de. Seguin­do-se daque­le que é con­si­de­ra­do o pri­mei­ro gran­de fil­me de ter­ror por­tu­guês, ‘Coi­sa Ruim’ (2006) de Tia­go Gue­des e Fre­de­ri­co Ser­ra, que no con­tex­to de uma peque­na aldeia explo­ra pos­ses­sões, supers­ti­ções, recei­os e todo um com­ple­xo de medos.

Dia 11 de Abril avan­ça­mos para Espa­nha com o fil­me [REC] (2007) de por Jau­me Bala­gue­ró e Paco Pla­za. Onde uma repór­ter de tele­vi­são que deci­de fazer um pro­gra­ma noc­tur­no sobre bom­bei­ros, pre­sen­cia mais do que aqui­lo que dese­ja­ria.

Dia 18 de Abril visi­ta­mos Áus­tria com ‘Brin­ca­dei­ras Peri­go­sas’ (1997) de Micha­el Hane­ke. Aqui­lo que come­ça com cor­di­a­li­da­de, depres­sa se tor­na numa estra­nho jogo de per­ver­são, vio­lên­cia e humi­lha­ção.

Dia 25 de Abril leva­mos o espec­ta­dor à Sué­cia com ‘Dei­xa-me entrar’ (2008) de Tho­mas Alfred­son. Base­a­do num con­to clás­si­co sue­co, vem revo­lu­ci­o­nar as con­ven­ci­o­nais his­tó­ri­as de vam­pi­ros que conhe­ce­mos, mos­tran­do-nos ago­ra um ser sexu­al­men­te muti­la­do, frá­gil e de ape­nas 12 anos.

Dia 16 de Maio, vol­ta­mos com o nos­so ciclo e às Fili­pi­nas com o agres­si­vo ‘Kina­tay’ (2009) de Bril­lan­te Men­don­za. O dinhei­ro é ful­cral, mas a todo o cus­to? Esta­mos dis­pos­tos a fazer todo o tipo de tra­ba­lhos? Um fil­me vio­len­to, cru e sem cui­da­do com sus­cep­ti­bi­li­da­des.

Dia 23 de Maio, é a vez do cine­ma Tai­lan­dês bri­lhar em ‘Shut­ter’ (2004) de Ban­jong Pisantha­na­kun e Park­po­om Wong­po­om. Este é o fil­me que nos faz ver a len­te de uma câma­ra com outro ar: assom­bro­so, mis­te­ri­o­so e fan­tas­ma­gó­ri­co. Afinal onde resi­di­rá a ori­gem do sobre­na­tu­ral: à nos­sa vol­ta ou den­tro de nós?

Dia 30 de Maio via­ja­mos até ao Japão com Rin­gu (1998) de Hideo Naka­ta. Um vídeo amal­di­ço­a­do par­ti­lha­do jun­to de uma cama­da jovem, jun­ta­men­te com um ímpe­to mis­te­ri­o­so de o assis­tir e uma cur­ta dura­ção de viver.

Dia 6 de Junho assis­ti­mos a ‘Duas irmãs’ (2003) da Coreia do Sul, por Jee-woon Kim. A esta­dia num hos­pi­tal psi­quiá­tri­co de duas jovens irmãs e o seu regres­so a casa muda ine­vi­ta­vel­men­te qual­quer famí­lia. Mas será que se tra­tam real­men­te de malei­tas psi­quiá­tri­cas, ou tra­tar-se-á de algo espi­ri­tu­al a per­tur­bar a paz des­tas irmãs?

Encer­ra­mos a 20 de junho o nos­so ciclo com um clás­si­co. ‘Shi­ning’ (1980) de Stan­ley Kubrik. Uma famí­lia iso­la­da uma tem­po­ra­da num hotel, lon­ge de tudo e de todos. Um mis­to de lou­cu­ra, mis­té­rio, sobre­na­tu­ral. Tudo come­ça a alte­rar de tom, quan­do Danny, o filho de Jack, com o seu dom (shi­ning) come­ça a con­se­guir ace­der a memó­ri­as maca­bras pas­sa­das daque­le hotel, que des­per­ta­rão naque­la famí­lia, prin­ci­pal­men­te em Jack, reac­ções recôn­di­tas, ines­pe­ra­das e assas­si­nas.

Temo­res’ é assim um ciclo úni­co, a der­ra­dei­ra jor­na­da inter­na­ci­o­nal que fal­ta­va a todo o espec­ta­dor. Do inte­res­sa­do em cine­ma inter­na­ci­o­nal, ao apai­xo­na­do em cine­ma de ter­ror, ao ciné­fi­lo, ao mero curi­o­so ou mes­mo aque­le que tem sau­da­des de ver bom cine­ma.

Temores — Ciclo de Cinema

 

De Portugal Para o Mundo — Ciclo de Cinema Português

Organização: CEC e ESN Coimbra

 

Depois do for­te ade­rên­cia do ano pas­sa­do, a ASE-UC/ESN Coim­bra vol­ta co-orga­ni­zar com o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos um Ciclo de Cine­ma, de 25 de Feve­rei­ro a 18 de Mar­ço. Dan­do con­ti­nui­da­de ao tra­ba­lho de divul­ga­ção da cul­tu­ra por­tu­gue­sa que tem vin­do a desen­vol­ver, vol­ta a desa­fi­ar todos os estu­dan­tes do pro­gra­ma ERASMUS a des­co­brir um lado dife­ren­te do que se faz em Por­tu­gal, bem como algu­mas das suas mais emble­má­ti­cas per­so­na­li­da­des.

Orga­ni­za­do em par­ce­ria com o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos da Asso­ci­a­ção Aca­dé­mi­ca de Coim­bra (AAC) — co-orga­ni­za­dor do fes­ti­val ‘Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês’, e com o apoio do pelou­ro de Rela­ções Inter­na­ci­o­nais da mes­ma ins­ti­tui­ção, o ciclo de cine­ma con­tem­pla a pro­jec­ção de 4 fil­mes por­tu­gue­ses e de 2 cur­tas-metra­gens, tam­bém de ori­gem naci­o­nal.

As pro­jec­ções rea­li­zar-se-ão no Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha (situ­a­do no rés-do-chão do edi­fí­cio da AAC), sem­pre pelas 22 horas, com entra­da gra­tui­ta e legen­da­gem em inglês.

Pro­gra­ma­ção

. 25 Feve­rei­ro- Ensaio sobre a Ceguei­ra

 

. 06 Mar­ço- Res­pi­rar Bebai­xo de Água + Kali O Peque­no Vam­pi­ro


 

. 11 Mar­ço- Aris­ti­des de Sou­sa Men­des

 

. 13 Mar­ço- Balas e Boli­nhos

 

. 18 Mar­ço- Flor­be­la

Cinemalogia 2 — Da Ideia ao Filme

Da Ideia do FilmeMais de um sécu­lo após a sua inven­ção, o cine­ma con­ti­nua a ser a for­ma de expres­são artís­ti­ca mais impor­tan­te do mun­do con­tem­po­râ­neo. A sua “lin­gua­gem” é hoje adop­ta­da por toda uma série de mei­os de comu­ni­ca­ção e expres­são visu­al, infu­en­ci­an­do não só os novos media, mas con­ta­gi­an­do ou inva­din­do mes­mo, tam­bém, outras for­mas de mani­fes­ta­ção artís­ti­ca tra­di­ci­o­nais, da lite­ra­tu­ra à pin­tu­ra ou da dan­ça à arqui­tec­tu­ra.

De fac­to, ape­sar, ou por cau­sa, de todos os desen­vol­vi­men­tos téc­ni­cos e artís­ti­cos atra­vés dos quais se foi per­ma­nen­te­men­te (re)inventando, o cine­ma cons­ti­tui, inde­pen­den­te­men­te do supor­te em que é gra­va­do ou do for­ma­to em que é exi­bi­do, um dos mei­os de expres­são artís­ti­ca mais com­ple­xos que nos é dado apre­ci­ar.

Arte-sín­te­se, como já foi des­cri­to, por incor­po­rar téc­ni­cas e for­mas de expres­são de todas as artes ante­ri­o­res, o cine­ma ou “ima­gem em movi­men­to”, cons­ti­tui pois uma das mani­fes­ta­ções artís­ti­ca mais expres­si­vas, mas tam­bém das mais exi­gen­tes do pon­to de vis­ta cri­a­ti­vo, pre­ci­sa­men­te por exi­gir o domí­nio de um sem núme­ro de conhe­ci­men­tos téc­ni­cos e artís­ti­cos e o desen­vol­vi­men­to de todo um con­jun­to de com­pe­tên­ci­as espe­cí­fi­cas.

Nes­te cur­so de ini­ci­a­ção à rea­li­za­ção cine­ma­to­grá­fi­ca, pre­ten­de-se trans­mi­tir os prin­ci­pais conhe­ci­men­tos e desen­vol­ver as prin­ci­pais com­pe­tên­ci­as, quer do pon­to de vis­ta téc­ni­co, quer artís­ti­co, neces­sá­ri­os à rea­li­za­ção de um pro­jec­to cine­ma­to­grá­fi­co, des­de a con­cep­ção e desen­vol­vi­men­to de uma ideia de fic­ção ori­gi­nal à sua exi­bi­ção numa sala de cine­ma, habi­li­tan­do os for­man­dos a pro­du­zi­rem uma cur­ta-metra­gem, usan­do os conhe­ci­men­tos de pro­du­ção de vídeo digi­tal con­se­gui­dos ao lon­go da for­ma­ção.

 

Pré-Pro­du­ção

24 Novem­bro
His­tó­ria do Cine­ma — Pau­lo Gran­ja
25 Novem­bro
Intro­du­ção à Lin­gua­gem Cine­ma­to­grá­fi­ca — Pau­lo Cunha

1,2 Dezem­bro
Argu­men­to I — Enqua­dra­men­to Teó­ri­co — Tia­go R. San­tos

8 Dezem­bro
Equi­pas, Car­gos Téc­ni­cos e Artís­ti­cos — Ale­xan­dre Cebri­an Valen­te

9 Dezem­bro
Finan­ci­a­men­to & Aspec­tos Legais — Antó­nio Cos­ta Valen­te

15,16 Dezem­bro
Argu­men­to II — Escri­ta — Tia­go R. San­tos

 

Roda­gem
16,17 Feve­rei­ro
Pré-Pro­du­ção I — Maria João Mayer

23,24 Feve­rei­ro
Ima­gem I — Cine­ma­to­gra­fia — Tony Cos­ta
2,3 Mar­ço
Ima­gem II — Ilu­mi­na­ção — Acá­cio de Almei­da

9 Mar­ço
Som I — Teo­ria do Som — Tia­go Fer­nan­des

10 Mar­ço
Direc­ção de Arte — Augus­to Mayer

17 Mar­ço
Direc­ção de Acto­res — Sér­gio Gra­ci­a­no

23,24 Mar­ço
Pré-Pro­du­ção II — Dia­na Coe­lho

25 a 28 Mar­ço
Rea­li­za­ção — Artur Ser­ra Araú­jo

 

Pós-Pro­du­ção

6 Abril
Mon­ta­gem — Teo­ria — João Braz

7,13,14 Abril
Edi­ção de Som & Ima­gem — Tia­go Antu­nes

20,21 Abril
Ima­gem III — Pós-Pro­du­ção — Rodri­go Lacer­da

27 Abril
Design de Títu­los — Nel­son Zagal­lo

28 Abril
Som II — Sono­plas­tia e Com­po­si­ção Musi­cal — Pedro Jane­la

18, 19 Maio
Som III — Pós-Pro­du­ção — Bran­co Nes­kov

25 Maio
Cine­ma Docu­men­tal: Abor­da­gens — Jor­ge Peli­ca­no

26 Maio
Pro­mo­ção e Comer­ci­a­li­za­ção — Mar­ta Fer­nan­des

1,2 Junho
Pro­jec­ção Cine­ma­to­grá­fi­ca — João Sil­va

Ins­cri­ções dis­po­ní­veis em: http://caminhos.info/

Concurso Take Manoel de Oliveira

O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos asso­cia-se ao Con­cur­so “Take Mano­el de Oli­vei­ra” orga­ni­za­do pela Asso­ci­a­ção de Pro­fes­so­res de Expres­são e Comu­ni­ca­ção Visu­al (APECV). Este con­cur­so visa “expan­dir os con­cei­tos asso­ci­a­dos à expres­são plás­ti­ca, sen­si­bi­li­zan­do, por um lado, os pro­fes­so­res a res­pei­to da inclu­são do cine­ma nas suas estra­té­gi­as de explo­ra­ção dos con­teú­dos pro­gra­má­ti­cos e, por outro, os alu­nos para a obra des­te cines­ta.”

O Ins­ti­tu­to do Cine­ma e do Audi­o­vi­su­al (ICA) dis­po­ni­bi­li­zou os fimes “O Estra­nho Caso de Angé­li­ca”, “Um Fil­me Fala­do”, “Sin­gu­la­ri­da­des de Uma Rapa­ri­ga Loi­ra” e “Cris­tó­vão Colom­bo, O Enig­ma” do rea­li­za­dor Mano­el de Oli­vei­ra. Os fil­mes já se encon­tram no Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos.

Os pro­fes­so­res par­ti­ci­pan­tes no X Con­cur­so de Expres­são Plás­ti­ca “Take Mano­el de Oli­vei­ra” podem requi­si­tar os fil­mes. Devem pre­en­cher a ficha de requi­si­ção (dis­po­ní­vel no regu­la­men­to) dos fil­mes. Cada esco­la pode­rá ficar com os fil­mes duran­te cin­co dias úteis.

Os pro­fes­so­res par­ti­ci­pan­tes pode­rão entrar em con­tac­to via email (cec@academica.pt), tele­fo­ne (239 410 408) ou des­lo­car-se ao CEC/AAC duran­te todos os dias úteis das 18 às 20.

Regu­la­men­to: APECV — Regu­la­men­to Con­cur­so Take Mano­el de Oli­vei­ra