Centro de Estudos Cinematográficos

Sessões comentadas por António M. Batista, Rui Pedro Lamy, Raúl Losada e Pedro C. Carvalho

O ciclo “Arque­o­lo­gia pela Ima­gem em Movi­men­to” rece­be hoje, 22 de Mar­ço, e ama­nhã, 23 de Mar­ço, os pro­ta­go­nis­tas das obras cine­ma­to­grá­fi­cas exi­bi­das.
Hoje rece­be­mos Antó­nio M. Batis­ta, Dire­tor do Museu do Côa, que irá comen­tar o fil­me de João Bote­lho “A Arte da Luz tem 20 000 anos”. Antó­nio M. Batis­ta é um “Pré-his­to­ri­a­dor de arte” que irá cer­ta­men­te dar um con­tri­bu­to impor­tan­te sobre a heran­ça patri­mo­ni­al que hoje encon­tra­mos do vale do Côa.

Ama­nhã, por oca­sião da exi­bi­ção dos fil­mes “Fun­de­a­dou­ro Roma­no em Oli­si­po” e “O Ouro de Tres­mi­nas”, rece­be­mos a visi­ta dos rea­li­za­do­res Rui Pedro Lamy e Raúl Losa­da, bem como do pro­fes­sor e inves­ti­ga­dor Pedro Car­va­lho.

Con­vi­da­mos-vos a esta­rem pre­sen­tes num momen­to úni­co da região, em que pro­por­ci­o­na­mos um even­to onde o cine­ma e a ciên­cia se cru­zam e nos abrem novas pers­pec­ti­vas sobre o nos­so mun­do con­tem­po­râ­neo.

O ciclo “Arque­o­lo­gia pela Ima­gem em Movi­men­to” rece­be hoje, 22 de Mar­ço, e ama­nhã, 23 de Mar­ço, os pro­ta­go­nis­tas das obras cine­ma­to­grá­fi­cas exi­bi­das.

Hoje rece­be­mos Antó­nio M. Batis­ta, Dire­tor do Museu do Côa, que irá comen­tar o fil­me de João Bote­lho “A Arte da Luz tem 20 000 anos”. Antó­nio M. Batis­ta é um “Pré-his­to­ri­a­dor de arte” que irá cer­ta­men­te dar um con­tri­bu­to impor­tan­te sobre a heran­ça patri­mo­ni­al que hoje encon­tra­mos do vale do Côa.

Ama­nhã, por oca­sião da exi­bi­ção dos fil­mes “Fun­de­a­dou­ro Roma­no em Oli­si­po” e “O Ouro de Tres­mi­nas”, rece­be­mos a visi­ta dos rea­li­za­do­res Rui Pedro Lamy e Raúl Losa­da, bem como do pro­fes­sor e inves­ti­ga­dor Pedro Car­va­lho.

Con­vi­da­mos-vos a esta­rem pre­sen­tes num momen­to úni­co da região, em que pro­por­ci­o­na­mos um even­to onde o cine­ma e a ciên­cia se cru­zam e nos abrem novas pers­pec­ti­vas sobre o nos­so mun­do con­tem­po­râ­neo.

Toda a infor­ma­ção está dis­po­ní­vel em: http://caminhos.info/wp-content/uploads/mmc-2017-fichas-de-sala-light.pdf

Este ciclo de cine­ma é uma par­ce­ria do Museu Mono­grá­fico de Conim­briga com os Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês e o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos, estru­tu­ra­do a par­tir do pen­sa­mento de Jor­ge de Alar­cão:

se o ani­mal dei­xa no chão tra­ços da sua pas­sa­gem, mai­o­res são os ves­tí­gios que o homem dei­xa de si nos luga­res onde este­ve”

Pro­­cu­ra-se com este ciclo de cine­ma des­ve­lar cir­cuns­tân­cias his­tó­ri­cas da pas­sa­gem do homem pelo tem­po. Num ape­lo à dimen­são ima­gé­tica reve­­lar-se‑á uma arque­o­lo­gia que con­ta his­tó­rias. Tra­ços de épo­cas. Com ação, roman­ce e sus­pense.

As ses­sões do ciclo de cine­ma decor­re­rão no Audi­tó­rio do Museu Mono­grá­fico de Conim­briga de 20 25 de mar­ço, ini­­ci­an­do-se às 21h30, sen­do algu­mas das ses­sões comen­ta­das por alguns dos inter­ve­ni­en­tes das obras pro­gra­ma­das. A entra­da é livre e sujei­ta à lota­ção da sala.

+ em: http://caminhos.info/ciclo-arque­o­lo­gia-pela-ima­gem-movimento/