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“¡ fora as laranjas estão a nascer” premiado no Festival de Cinema de Melbourne

A copro­du­ção por­tu­gue­sa da Ter­ra­tre­me rece­beu o pré­mio para a melhor cinematografia.

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Curta-metragem Cinema Portugus

A coproduo portuguesa da Terratreme recebeu o prmio para a melhor cinematografia.

O filme “Lá fora as laranjas estão a nascer”, da realizadora Nevena Desivojevic, foi galardoado no Festival Internacional de Cinema de Melbourne (MIFF). O documentário recebeu o prémio Blackmagic Design Award, atribuído ao filme de curta-metragem com a melhor cinematografia no festival que começou no passado dia 3 de agosto e termina no próximo dia 23, na Austrália.

“Lá fora as laran­jas estão a nas­cer” é uma copro­du­ção entre Black Roos­ter Stu­dio (Sér­via) e Ter­ra­tre­me Fil­mes (Por­tu­gal) e con­ta com dis­tri­bui­ção inter­na­ci­o­nal da Agên­cia da Cur­ta Metragem.
“A his­tó­ria do fil­me ins­pi­ra-se num arti­go de jor­nal sobre uma aldeia escon­di­da nas mon­ta­nhas por­tu­gue­sas, onde alguém, entre os habi­tan­tes, rou­ba os vizi­nhos” — reve­la Neve­na Desi­vo­je­vic. O arti­go “levou-me a Vila Chã, uma peque­na aldeia em Trás-os-Mon­tes, onde pas­sei alguns anos a conhe­cer o lugar e os seus man­da­men­tos, e foi assim que conhe­ci Fran­cis­co, o mais jovem aldeão, que, por recu­sar adap­tar-se a este meio tra­di­ci­o­nal, é marginalizado”. 

Este é o pri­mei­ro docu­men­tá­rio da jovem rea­li­za­do­ra sér­via Neve­na Desi­vo­je­vic que, ain­da em for­ma de pro­jec­to ven­ceu o Pré­mio Arché (orga­ni­za­do pela APORDOC) no Porto/Post/Doc, foi estre­a­do em Por­tu­gal na com­pe­ti­ção do Doclis­boa, em 2019, e con­ta com mais de duas deze­nas de sele­ções em fes­ti­vais inter­na­ci­o­nais. A dis­tin­ção no pres­ti­gi­a­do fes­ti­val aus­tra­li­a­no “tem um sig­ni­fi­ca­do mui­to espe­ci­al, sobre­tu­do no momen­to em que esta­mos a viver” – mani­fes­ta a rea­li­za­do­ra – “é a recom­pen­sa de um esfor­ço vali­o­so e de for­te cola­bo­ra­ção com a minha mara­vi­lho­sa e peque­na equi­pa, um incen­ti­vo para os tem­pos que aí vêm e um estí­mu­lo” para os futu­ros projetos.

Num ano atí­pi­co, o MIFF optou por rea­li­zar o fes­ti­val numa alter­na­ti­va onli­ne, inti­tu­lan­do-se “68½ — a Digi­tal Film Fes­ti­val for 2020”, e exi­bin­do 113 fil­mes (incluin­do 83 estrei­as aus­tra­li­a­nas) no perío­do de 20 dias.
Este é um dos fes­ti­vais mais reco­nhe­ci­dos a nível mun­di­al e o mais sig­ni­fi­ca­ti­vo fes­ti­val de cine­ma da Aus­trá­lia já com seis déca­das de história. 
por CINEMAX 
publi­ca­do 14:21 — 17 agos­to ’20 

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