Centro de Estudos Cinematográficos

Som e a Fúria lança serviço online de aluguer de filmes

Um novo fil­me será dis­po­ni­bi­li­za­do todas as quin­tas-fei­ras numa ini­ci­a­ti­va que deve­rá durar até maio.

Cinema Portugus

Um novo filme ser disponibilizado todas as quintas-feiras numa iniciativa que dever durar at maio.

A produtora O Som e a Fúria vai disponibilizar online, a partir de quinta-feira, alguns dos filmes já produzidos e exibidos em festivais, de nomes como Miguel Gomes, João Nicolau e Lucrecia Martel.

Com as salas de cine­ma encer­ra­das, devi­do às medi­das de con­ten­ção da Covid-19, a pro­du­to­ra anun­ci­ou hoje que cri­ou na pla­ta­for­ma Vimeo um ser­vi­ço de alu­guer pago de fil­mes já pro­du­zi­dos. Será lan­ça­do um fil­me por sema­na recu­pe­ran­do “a tra­di­ção das estrei­as às quintas-feiras”. 

O pri­mei­ro fil­me dis­po­ni­bi­li­za­do, esta quin­ta-fei­ra, é “Tabu”, a lon­ga-metra­gem de Miguel Gomes pre­mi­a­da no fes­ti­val de cine­ma de Ber­lim, em 2012, e que con­quis­tou outros pré­mi­os, tan­to da crí­ti­ca como em con­tex­to de outros festivais. 

A 28 de janei­ro, esta­rá onli­ne o docu­men­tá­rio “Vol­ta à ter­ra” (2014), de João Pedro Plácido. 

Esta ini­ci­a­ti­va de O Som e a Fúria esten­der-se‑á até ao final de maio, con­tan­do com outros fil­mes como o tríp­ti­co “As mil e uma noi­tes” (2015), de Miguel Gomes, “Car­tas da guer­ra” (2016), de Ivo M. Fer­rei­ra, “Tech­no­boss”, de João Nico­lau, “Ruí­nas”, de Manu­el Mozos, e “El dora­do XXI” (2016), de Salo­mé Lamas. 

Foram ain­da esco­lhi­dos “Zama” (2017), da rea­li­za­do­ra argen­ti­na Lucre­cia Mar­tel, e “9 dedos” (2017), do rea­li­za­dor fran­cês F. J. Ossang. 

O aces­so sema­nal a cada um dos fil­mes será divul­ga­do nas redes soci­ais da produtora. 

As salas de cine­ma encer­ra­ram na sex­ta-fei­ra pas­sa­da, dia 15, no âmbi­to do segun­do con­fi­na­men­to geral decre­ta­do para con­ter a pro­pa­ga­ção da pan­de­mia da Covid-19. 

Em 2020, as salas de cine­ma tam­bém esti­ve­ram encer­ra­das duran­te mais de dois meses e rea­bri­ram de for­ma gra­du­al em junho, mas a assis­tên­cia fixou-se em níveis mui­to bai­xos, fazen­do com que se regis­tas­sem per­das de mais de 75% tan­to em núme­ro de espec­ta­do­res como em recei­tas de bilhe­tei­ra, com­pa­ran­do com 2019. 

por CINEMAX actu­a­li­za­do às 15:00 — 20 janei­ro ’21
publi­ca­do 14:58 — 20 janei­ro ’21 

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