Produções portuguesas competem na Estónia

18 bura­cos para o paraí­so”, de João Nuno Pin­to, tem estreia mun­di­al mar­ca­da na com­pe­ti­ção inter­na­ci­o­nal do PÖFF | Tal­linn Black Nights Film Fes­ti­val, na Estó­nia. Esta é a ter­cei­ra lon­ga-metra­gem de fic­ção do rea­li­za­dor, jun­tan­do-se a “Mos­qui­to” (2020) e “Amé­ri­ca” (2010), e con­ta com pro­du­ção da Won­der Maria Fil­mes. É tam­bém o pri­mei­ro fil­me por­tu­guês a ser cer­ti­fi­ca­do pela Gre­en Film, um pro­je­to inter­na­ci­o­nal que reco­nhe­ce pro­du­ções de cine­ma e tele­vi­são fei­tas de for­ma sus­ten­tá­vel. A his­tó­ria, escri­ta por Fer­nan­da Pola­cow, segue duas irmãs a bra­ços com a ven­da de ter­ras do pai, situ­a­das no inte­ri­or sul do país, numa área afe­ta­da pela seca, pelos incên­di­os e pela espe­cu­la­ção imo­bi­liá­ria. O elen­co inte­gra nomes como Mar­ga­ri­da Mari­nho, Bea­triz Batar­da, Rita Caba­ço, Jor­ge Andra­de, Luí­sa Orti­go­so, Günther Göts­ch e Rita Redsho­es.
“Ter­ra Vil”, pri­mei­ra lon­ga-metra­gem de Luís Cam­pos inte­gra a […] 

fon­te: Pro­du­ções por­tu­gue­sas com­pe­tem na Estónia