Pedro Pinho em destaque no Cineuropa

A FÁBRICA DE NADA, de Pedro Pinho, inte­gra a pro­gra­ma­ção da Sec­ção Ofi­ci­al Euro­peia do 31.º Cineu­ro­pa. O tra­ba­lho do rea­li­za­dor por­tu­guês esta­rá em des­ta­que numa retros­pe­ti­va da sua obra, onde se inclu­em ain­da AS CIDADES E AS TROCAS, de Luí­sa Homem e Pedro Pinho, BAB SEBTA, de Pedro Pinho e Fre­de­ri­co Lobo, e UM FIM DO MUNDO, de Pedro Pinho.
No dia 19 de novem­bro, o rea­li­za­dor por­tu­guês esta­rá pre­sen­te na exi­bi­ção de A FÁBRICA DE NADA, para apre­sen­tar o fil­me e con­ver­sar com o públi­co.

Da pro­gra­ma­ção do fes­ti­val cons­ta ain­da a copro­du­ção por­tu­gue­sa ZAMA, de Lucre­cia Mar­tel, que será exi­bi­da na sec­ção Pano­ra­ma Inter­na­ci­o­nal.

O

FIKE com 21 filmes em competição

A edi­ção de 2017 do FIKE apre­sen­ta a con­cur­so, nas cate­go­ri­as de docu­men­tá­rio, ani­ma­ção e fic­ção, um total de 21 obras, naci­o­nais e inter­na­ci­o­nais. Além dos pré­mi­os de melhor docu­men­tá­rio, melhor fic­ção e melhor ani­ma­ção, o fes­ti­val atri­bui ain­da os pré­mi­os de melhor cur­ta-metra­gem naci­o­nal e melhor cur­ta-metra­gem inter­na­ci­o­nal. As ses­sões, com entra­da gra­tui­ta, decor­rem entre 8 e 11 de novem­bro, no Audi­tó­rio da Uni­ver­si­da­de de Évo­ra, às 21h30.

Além da sec­ção com­pe­ti­ti­va, à seme­lhan­ça de edi­ções ante­ri­o­res, o even­to inclui a ini­ci­a­ti­va “Cine­ma nas Esco­las?, que, entre 6 e 9 de novem­bro, exi­be gra­tui­ta­men­te fil­mes de ani­ma­ção para o públi­co infan­til e do 1.º ciclo das esco­las do con­ce­lho, como for­ma de pro­mo­ver e divul­gar o cine­ma jun­to des­ses públi­cos.

O Fes­ti­val Inter­na­ci­o­nal de Cur­tas-Metra­gens de Évo­ra é pro­mo­vi­do pela Soci­e­da­de Ope­rá­ria de Ins­tru­ção e Recreio (SOIR) Joa­quim Antó­nio d?Aguiar, e con­ta com os apoi­os do Ins­ti­tu­to do Cine­ma

Oito filmes distinguidos no Prémio Nacional da Animação

A Fes­ta da Ani­ma­ção em Por­tu­gal decor­reu no âmbi­to da 16.ª edi­ção da Fes­ta Mun­di­al da Ani­ma­ção, um even­to par­ti­lha­do em mais de 40 paí­ses no mun­do, com o obje­ti­vo de pro­mo­ver o cine­ma de ani­ma­ção, e que cele­bra o Dia Mun­di­al da Ani­ma­ção, a 28 de outu­bro.

Da lis­ta de fil­mes sele­ci­o­na­dos para o Pré­mio Naci­o­nal da Ani­ma­ção 2017, entre­gue no âmbi­to da Fes­ta, foram dis­tin­gui­dos oito tra­ba­lhos:

PRÉMIO ESCOLAS
A VIAGEM, de João Mon­tei­ro, Luís Vital e Ricar­do Livra­men­to

Men­ção Hon­ro­sa
ORNATOS VIOLETA, de Matil­de Cama­cho

PRÉMIO OFICINAS
AVES RARAS, Cole­ti­vo VOC B3 da E.B. Lou­sa­da Este ? Caí­de de Rei, ori­en­ta­do por Abi Fei­jó

Men­ções Hon­ro­sas
HINO NACIONAL, Alu­nos do 12.º ano, ori­en­ta­do por Pau­lo D?Alva
A RENA BELA, Cri­an­ças das Ofi­ci­nas da ANILUPA, da Asso­ci­a­ção de Ludo­te­cas do Por­to, tur­ma 2.º B da Esco­la EB do Cove­lo

PRÉMIO

17 filmes portugueses no Festival de Cinema Europeu de Sevilha

Em com­pe­ti­ção na 14.ª edi­ção do Fes­ti­val de Cine­ma Euro­peu de Sevi­lha par­ti­ci­pam sete obras ou copro­du­ções naci­o­nais, dis­tri­buí­das por diver­sas sec­ções. Nas sec­ções não com­pe­ti­ti­vas, o fes­ti­val apre­sen­ta uma retros­pe­ti­va do tra­ba­lho de Mar­ga­ri­da Cor­dei­ro e Antó­nio Reis. No ciclo “Lejos de las Leyes? serão exi­bi­das diver­sas obras des­tes e de outros cine­as­tas por­tu­gue­ses, numa pro­gra­ma­ção fei­ta em par­ce­ria com a Cine­ma­te­ca Por­tu­gue­sa. O ORNITÓLOGO, de João Pedro Rodri­gues, inte­gra o ciclo “Sen­de­ros que se Bifur­can?, dedi­ca­do a fil­mes “com um pé fora da rea­li­da­de?.

Os fil­mes ou copro­du­ções por­tu­gue­sas que par­ti­ci­pam no fes­ti­val e res­pe­ti­vas datas de exi­bi­ção são:

COMPETIÇÃO

Sele­ção Ofi­ci­al
A FÁBRICA DE NADA, de Pedro Pinho (8 e 9 de novem­bro)
RAMIRO, de Manu­el Mozos (6 e 7 de novem­bro)
ZAMA, de Lucre­cia Mar­tel (5 e 6 de novem­bro)

Las Nue­vas Olas
9 DEDOS, de F.J.

Pessoanos comentam o “Filme do Desassossego”

Na pró­xi­ma quin­ta-fei­ra, 2 de Novem­bro, o Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha irá rece­ber a exi­bi­ção do “Fil­me do Desas­sos­se­go” de João Bote­lho. Este fil­me é base­a­do no livro homó­ni­mo da auto­ria dos hete­ró­ni­mos, de Fer­nan­do Pes­soa, Ber­nar­do Soa­res e Vicen­te Gue­des. O livro ina­ca­ba­do de Fer­nan­do Pes­soa tem conhe­ci­do vári­as edi­ções com­pi­la­das atra­vés da inter­pre­ta­ção de vári­os edi­to­res dos manus­cri­tos e dac­ti­los­cri­tos ori­gi­nais e das inten­ções escri­tas de orga­ni­za­ção de Fer­nan­do Pes­soa. Cada edi­ção é uma nova pers­pec­ti­va sobre esta obra, o que pode­rá acres­cen­tar o fil­me?

Para res­pon­der a esta per­gun­ta con­ta­mos com a pre­sen­ça de três peri­tos na obra de Fer­nan­do Pes­soa; Antó­nio Apo­li­ná­rio Lou­ren­ço, Bru­no Fon­tes e Manu­el Por­te­la.

Antó­nio Apo­li­ná­rio Lou­ren­ço

Antó­nio Apo­li­ná­rio Lou­ren­ço é pro­fes­sor de lite­ra­tu­ra na Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, onde coor­de­na a sec­ção de Estu­dos Espa­nhóis. Inte­gra a Comis­são Exe­cu­ti­va do Cen­tro de Lite­ra­tu­ra Por­tu­gue­sa da mes­ma uni­ver­si­da­de. É autor ou edi­tor de vári­os livros publi­ca­dos em Por­tu­gal, Espa­nha e Bra­sil, entre os quais uma His­tó­ria da Lite­ra­tu­ra Espa­nho­la (1994, em cola­bo­ra­ção com Eloí­sa Álva­rez), uma His­to­ria de la Lite­ra­tu­ra Por­tu­gue­sa (2000, coe­di­tor, com José Luis Gavi­la­nes), Iden­ti­da­de e alte­ri­da­de em Fer­nan­do Pes­soa e Anto­nio Macha­do (1995; com edi­ção espa­nho­la de 1997), Eça de Quei­rós e o Natu­ra­lis­mo na Penín­su­la Ibé­ri­ca (2005), Estu­dos de lite­ra­tu­ra com­pa­ra­da luso-espa­nho­la (2005), Fer­nan­do Pes­soa (2009), Guia de lei­tu­ra. Men­sa­gem de Fer­nan­do Pes­soa (2011), Lite­ra­tu­ra, Espa­ço, Car­to­gra­fi­as (2011, coe­di­tor, com Osval­do Manu­el Sil­ves­tre), Pode­res y Auto­ri­da­des en el Siglo de Oro: Rea­li­dad y Repre­sen­ta­ción (2012, coe­di­tor com Jesús M. Usu­ná­riz), O Sécu­lo do Roman­ce. Rea­lis­mo e Natu­ra­lis­mo na Fic­ção Oito­cen­tis­ta (2013, coe­di­tor com Maria Hele­na San­ta­na e Maria João Simões) e O Moder­nis­mo (2015, em cola­bo­ra­ção com Car­los Reis). A sua edi­ção comen­ta­da da Men­sa­gem de Fer­nan­do Pes­soa foi lan­ça­da no Bra­sil em 2015, na cole­ção de clás­si­cos da Ate­liê Edi­to­ri­al.

Bru­no Fon­tes

Bru­no Fon­tes licen­ci­ou-se em Estu­dos Por­tu­gue­ses e Lusó­fo­nos na Facul­da­de de Letras da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, e con­cluiu, na mes­ma ins­ti­tui­ção, o Mes­tra­do em Estu­dos Artís­ti­cos, na área de estu­dos fíl­mi­cos. Tem desen­vol­vi­do ati­vi­da­des em con­jun­to com diver­sas asso­ci­a­ções cul­tu­rais em Coim­bra, no Por­to e na Figuei­ra da Foz. As suas áre­as de inte­res­se cen­tram-se no diá­lo­go do cine­ma com as outras artes, das quais se des­ta­cam a lite­ra­tu­ra e a músi­ca, e na aná­li­se da arte e da cul­tu­ra de mas­sas na soci­e­da­de con­tem­po­râ­nea. Está nes­te momen­to a fre­quen­tar o Pro­gra­ma de Dou­to­ra­men­to em Mate­ri­a­li­da­des da Lite­ra­tu­ra na Uni­ver­si­da­de de Coim­bra. 

Manu­el Por­te­la

Manu­el Por­te­la é pro­fes­sor da Facul­da­de de Letras da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, onde diri­ge o Pro­gra­ma de Dou­to­ra­men­to em Mate­ri­a­li­da­des da Lite­ra­tu­ra (Pro­gra­ma de Dou­to­ra­men­to FCT). É mem­bro do Cen­tro de Lite­ra­tu­ra Por­tu­gue­sa da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, sen­do o inves­ti­ga­dor res­pon­sá­vel pelo Arqui­vo LdoD (https://ldod.uc.pt/), um arqui­vo digi­tal dedi­ca­do ao Livro do Desas­sos­se­go, a publi­car em 2017. O seu últi­mo­li­vro inti­tu­la-se Scrip­ting Rea­ding Moti­ons: The Codex and the Com­pu­ter as Self-Refle­xi­ve Machi­nes (MIT Press, 2013).

FESTIVAL LEFFEST REGRESSA PARA A SUA 11ª EDIÇÃO

p.p1 {mar­gin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: jus­tify; font: 12.0px ‘Hel­ve­ti­ca Neue’; color: #454545}p.p2 {mar­gin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px ‘Hel­ve­ti­ca Neue’; color: #454545; min-height: 14.0px}p.p3 {mar­gin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px ‘Hel­ve­ti­ca Neue’; color: #454545}span.s1 {text-deco­ra­ti­on: under­li­ne ; color: #e4af0a}De 17 a 26 de novem­bro, a 11ª edi­ção do LEFFEST leva um pro­gra­ma eclé­ti­co a Lis­boa e a Sin­tra que esta­be­le­ce uma pon­te entre o pas­sa­do e o futu­ro. Este fes­ti­val pro­mo­ve o deba­te, a dis­cus­são de idei­as e a par­ti­lha de expe­ri­ên­ci­as, atra­vés de mas­ter­clas­ses, sim­pó­si­os e exi­bi­ções de obras artís­ti­cas, ali­an­do o cine­ma à lite­ra­tu­ra, sem esque­cer a músi­ca, o tea­tro e as artes plás­ti­cas.

No âmbi­to do cine­ma ? foco cen­tral do fes­ti­val ? o LEFFEST con­ta com uma com­pe­ti­ção inter­na­ci­o­nal,

OBRAS NACIONAIS PREMIADAS NO DOCLISBOA 2017

p.p1 {mar­gin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px ‘Hel­ve­ti­ca Neue’; color: #454545}p.p2 {mar­gin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px ‘Hel­ve­ti­ca Neue’; color: #454545; min-height: 14.0px}p.p3 {mar­gin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px ‘Hel­ve­ti­ca Neue’; color: #454545; min-height: 15.0px}span.s1 {text-deco­ra­ti­on: underline}span.s2 {text-deco­ra­ti­on: under­li­ne ; color: #e4af0a}A ses­são de encer­ra­men­to da 15ª edi­ção do Doclis­boa ocor­reu no sába­do à noi­te, dia 28, onde se anun­ci­a­ram as obras ven­ce­do­ras dos seg­men­tos com­pe­ti­ti­vos do fes­ti­val. 

Relem­bra­mos-lhe que, na Com­pe­ti­ção Inter­na­ci­o­nal, esta­vam inse­ri­das duas obras naci­o­nais, nome­a­da­men­te MILLA, de Valé­rie Mas­sa­di­an (copro­du­ção fran­co-por­tu­gue­sa), e SPELL REEL, de Fili­pa César (copro­du­ção entre Ale­ma­nha, Por­tu­gal, Fran­ça e Gui­né-Bis­sau). Na Com­pe­ti­ção Por­tu­gue­sa, eram 11 os fil­mes a dis­pu­tar o pré­mio.

Con­fi­ra a lis­ta das obras naci­o­nais pre­mi­a­das