Centro de Estudos Cinematográficos

66 Cinemas” para celebrar o rito cinematográfico

A 28 de Dezem­bro de 1895, no Salon Indi­en du Grand Café em Paris, os irmãos Louis e Augus­te Lumié­re fize­ram pela pri­mei­ra vez uma exi­bi­ção comer­ci­al de cine­ma. Esta efe­mé­ri­de mar­ca assim a fun­da­ção do con­cei­to de sala de cine­ma e de bilhe­tei­ra, numa ses­são pro­gra­ma­da com 10 fil­mes dos irmãos e 33 espectadores.

125 anos depois, o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos cele­bra este ímpe­to de fazer e dar a ver cine­ma em sala, tra­zen­do uma obra de um rea­li­za­dor que tam­bém uniu no seu tra­ba­lho a von­ta­de de cri­ar e exi­bir: Phi­lipp Hart­mann. Rea­li­za­dor de  “O Tem­po Pas­sa como um Leão que Ruge” (2013), per­cor­reu cer­ca de 20.000Km a mos­trar esta sua obra por toda a Ale­ma­nha. Este per­cur­so resul­tou no fil­me “66 Kinos”, que docu­men­ta cine­ma­to­gra­fi­ca­men­te o uni­ver­so das salas de exi­bi­ção, os res­pon­sá­veis e os vári­os públicos. 

Três dramas e um documentário na programação de dezembro

Museu”, “Azna­vour por Char­les”, “Adeus à Noi­te” e “Cor­pus Chris­ti” são os fil­mes com que o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos encer­ra 2020. Na sex­ta e no sába­do des­ta e da pró­xi­ma sema­na, a pro­gra­ma­ção cine­clu­bis­ta é reto­ma­da com alguns dos títu­los inter­na­ci­o­nais mais mar­can­tes dos dois últi­mos anos. Pelo ecrã do Estú­dio 2 das Gale­ri­as Ave­ni­da vão pas­sar, entre outros, um nome­a­do ao Óscar de Melhor Fil­me Inter­na­ci­o­nal (2020) e um ven­ce­dor do Urso de Pra­ta para Melhor Argu­men­to no Fes­ti­val de Cine­ma de Ber­lim (2018).

Museu”, “Azna­vour por Char­les”, “Adeus à Noi­te” e “Cor­pus Chris­ti” são os fil­mes com que o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos encer­ra 2020. Na sex­ta e no sába­do des­ta e da pró­xi­ma sema­na, a pro­gra­ma­ção cine­clu­bis­ta é reto­ma­da com alguns dos títu­los inter­na­ci­o­nais mais mar­can­tes dos dois últi­mos anos. Pelo ecrã do Estú­dio 2 das Gale­ri­as Ave­ni­da vão pas­sar, entre outros, um nome­a­do ao Óscar de Melhor Fil­me Inter­na­ci­o­nal (2020) e um ven­ce­dor do Urso de Pra­ta para Melhor Argu­men­to no Fes­ti­val de Cine­ma de Ber­lim (2018).

Bostofrio, Où Le Ciel Rejoint La Terre & Poéticas do Canto Polifónico

Na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 7 de Outu­bro, serão apre­sen­ta­dos dois docu­men­tá­ri­os por­tu­gue­ses. A cur­­ta-metra­­gem Poé­ti­cas do Can­to Poli­fó­ni­co e a lon­­ga-metra­­gem Bos­to­frio. A entra­da, como sem­pre, deve­rá ser reser­va­da atra­vés do email [email protected], ten­do os nos­sos asso­ci­a­dos entra­da gratuita. 

Na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 7 de Outu­bro às 21h45, serão apre­sen­ta­dos dois docu­men­tá­ri­os por­tu­gue­ses. A cur­­ta-metra­­gem Poé­ti­cas do Can­to Poli­fó­ni­co e a lon­­ga-metra­­gem Bos­to­frio. A entra­da, como sem­pre, deve­rá ser reser­va­da atra­vés do email [email protected], ten­do os nos­sos asso­ci­a­dos entra­da gratuita. 

Retrospectiva Agnès Varda

Retrospectiva Agnès Varda

Agnès Var­da (1928–2019) foi uma das mais impor­tan­tes cine­as­tas da sua gera­ção. Inse­ri­da no inti­tu­la­do Left Bank da Nou­vel­le Vague, a sua car­rei­ra esten­­deu-se por mais de 5 déca­das, assi­nan­do mais de 20 lon­­gas-metra­­gens e 20 cur­­tas-metra­­gens. Artis­ta cola­bo­ra­ti­va e mul­ti­dis­ci­pli­nar por exce­lên­cia, Agnès Var­da tra­ba­lhou fil­me e foto­gra­fia, mas tam­bém a ins­ta­la­ção e a arte digi­tal. Rea­li­zou fic­ções e docu­men­tá­ri­os, explo­ran­do as suas mutu­as rela­ções. O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos con­­vi­­da-vos para esta sin­ge­la retros­pec­ti­va — com qua­tro lon­­gas-metra­­gens e uma cur­­ta-metra­­gem — para que jun­tos pos­sa­mos com­pre­en­der melhor as três pala­vras que a pró­pria diz terem gui­a­do o seu tra­ba­lho: Ins­pi­ra­ção, Cri­a­ção, Par­ti­lha. Todas as Quar­tas às 21h45.

Agnès Var­da (1928–2019) foi uma das mais impor­tan­tes cine­as­tas da sua gera­ção. Inse­ri­da no inti­tu­la­do Left Bank da Nou­vel­le Vague, a sua car­rei­ra esten­­deu-se por mais de 5 déca­das, assi­nan­do mais de 20 lon­­gas-metra­­gens e 20 cur­­tas-metra­­gens. Artis­ta cola­bo­ra­ti­va e mul­ti­dis­ci­pli­nar por exce­lên­cia, Agnès Var­da tra­ba­lhou fil­me e foto­gra­fia, mas tam­bém a ins­ta­la­ção e a arte digi­tal. Rea­li­zou fic­ções e docu­men­tá­ri­os, explo­ran­do as suas mutu­as rela­ções. O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos con­­vi­­da-vos para esta sin­ge­la retros­pec­ti­va — com qua­tro lon­­gas-metra­­gens e uma cur­­ta-metra­­gem — para que jun­tos pos­sa­mos com­pre­en­der melhor as três pala­vras que a pró­pria diz terem gui­a­do o seu tra­ba­lho: Ins­pi­ra­ção, Cri­a­ção, Partilha.

Término de Ciclo, com The net & Girls of Uchituu

Na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 26 de Agos­to, às 21h45, encer­ra­mos o ciclo “mulhe­res e/no cine­ma” com a pro­je­ção de dois títu­los: a lon­ga metra­gem — The Net, de Ale­xan­dra Strelya­naya, pre­ce­di­da da cur­­ta-metra­­gem — Girls of Uchi­tuu, de Hele­na Sal­gue­ro Vélez.

A Entra­da é livre a sóci­os, sen­do obri­ga­tó­ria a pré-reser­­va pelo email [email protected]

Pintar a Ideia

Nes­te mês de Agos­to con­ti­nu­a­mos a enfa­ti­zar a rela­ção labo­ral e a impor­tân­cia artís­ti­ca das mulhe­res no cine­ma. Nes­ta ter­cei­ra ses­são apre­sen­ta­mos uma ses­são com des­ta­que para as cine­as­tas naci­o­nais pre­sen­tes na 24.ª edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês. O ali­nha­men­to con­ta com a lon­­ga-metra­­gem docu­men­tal — Manu­el Casi­mi­ro: Pin­tar a Ideia, de Isa­bel Gomes — e duas cur­­tas-metra­­gens — Girls Night Out, de Joan­na Quinn e Mother’s Day, de Rita Figuei­ra e Vânia Oliveira.

A Entra­da é livre a todos os sóci­os e Estudantes.

Nes­te mês de Agos­to con­ti­nu­a­mos a enfa­ti­zar a rela­ção labo­ral e a impor­tân­cia artís­ti­ca das mulhe­res no cine­ma. Nes­ta ter­cei­ra ses­são apre­sen­ta­mos uma ses­são com des­ta­que para as cine­as­tas naci­o­nais pre­sen­tes na 24.ª edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês. O ali­nha­men­to con­ta com a lon­­ga-metra­­gem docu­men­tal — Manu­el Casi­mi­ro: Pin­tar a Ideia, de Isa­bel Gomes — e duas cur­­tas-metra­­gens — Girls Night Out, de Joan­na Quinn e Mother’s Day, de Rita Figuei­ra e Vânia Oliveira.

A Entra­da é livre a todos os sóci­os e Estudantes.

Olhares Lugares

Agnès Var­da, cine­as­ta cuja visão e tra­ba­lho úni­cos lhe gran­je­a­ram incon­tá­veis fãs no mun­do intei­ro des­de os anos 50 e JR, o icó­ni­co fotó­gra­fo e mura­lis­ta, com mais de um milhão de segui­do­res no Ins­ta­gram, têm mais em comum do que se pos­sa imaginar.

Ambos par­ti­lham uma vida apai­xo­na­da pelas ima­gens e como são cri­a­das, exi­bi­das e par­ti­lha­das. Agnès esco­lheu explo­rar a sua pai­xão atra­vés do cine­ma e do docu­men­tá­rio, enquan­to JR o faz nas suas emo­ci­o­nan­tes ins­ta­la­ções foto­grá­fi­cas ao ar livre.

Quan­do JR, um fã de lon­ga data, encon­tra Agnès na sua casa na rua Daguer­re, per­ce­be­ram de ime­di­a­to que tinham de tra­ba­lhar jun­tos. Olha­res Luga­res docu­men­ta essa via­gem calo­ro­sa atra­vés da Fran­ça rural e a ami­za­de ter­na que se for­ja duran­te o caminho.

Olha­res Luga­res é exi­bi­do na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 12 de Agos­to, às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha. A ses­são é aber­tas por duas cur­­tas-metra­­gens: Clemence’s After­no­on de Lénaïg Le Moig­ne; e, Body Beau­ti­ful de Joan­na Quinn.

Agnès Var­da, cine­as­ta cuja visão e tra­ba­lho úni­cos lhe gran­je­a­ram incon­tá­veis fãs no mun­do intei­ro des­de os anos 50 e JR, o icó­ni­co fotó­gra­fo e mura­lis­ta, com mais de um milhão de segui­do­res no Ins­ta­gram, têm mais em comum do que se pos­sa imaginar.

Olha­res Luga­res é exi­bi­do na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 12 de Agos­to, às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha. A ses­são é aber­tas por duas cur­­tas-metra­­gens: Cle­men­ce’s After­no­on de Lénaïg Le Moig­ne; e, Body Beau­ti­ful de Joan­na Quinn.

Três Realizadoras Portuguesas

São pou­cos os seto­res em que a dis­tri­bui­ção labo­ral é igual entre os dois géne­ros: o cine­ma ain­da não é a excep­ção.. Em “Mulhe­res e/no Cine­ma” cele­­bra-se uma pro­gra­ma­ção onde as mulhe­res se des­ta­ca­ram por uma ati­tu­de con­tra a mas­cu­li­ni­za­ção dos car­gos no cine­ma, cri­an­do fan­tás­ti­cas obras cine­ma­to­grá­fi­cas de reflexão.

Dia de Fes­ta, Ruby e Cães que Ladram aos Pás­sa­ros reve­lam três visões no femi­ni­no sobre o futu­ro e a juven­tu­de e repre­sen­tam o que melhor se faz no cine­ma por­tu­guês con­tem­po­râ­neo. Esta é uma opor­tu­ni­da­de para que públi­co por­tu­guês pos­sa conhe­cer três fil­mes que já via­ja­ram pelo mun­do e que ago­ra estrei­am jun­tos em Portugal.

As exi­bi­ções des­tas ses­sões acon­te­cem a 5 e 6 de Agos­to às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, em Coimbra.

São pou­cos os seto­res em que a dis­tri­bui­ção labo­ral é igual entre os dois géne­ros: o cine­ma ain­da não é a excep­ção.. Em “Mulhe­res e/no Cine­ma” cele­­bra-se uma pro­gra­ma­ção onde as mulhe­res se des­ta­ca­ram por uma ati­tu­de con­tra a mas­cu­li­ni­za­ção dos car­gos no cine­ma, cri­an­do fan­tás­ti­cas obras cine­ma­to­grá­fi­cas de reflexão.

Dia de Fes­ta, Ruby e Cães que Ladram aos Pás­sa­ros reve­lam três visões no femi­ni­no sobre o futu­ro e a juven­tu­de e repre­sen­tam o que melhor se faz no cine­ma por­tu­guês con­tem­po­râ­neo. Esta é uma opor­tu­ni­da­de para que públi­co por­tu­guês pos­sa conhe­cer três fil­mes que já via­ja­ram pelo mun­do e que ago­ra estrei­am jun­tos em Portugal.

As exi­bi­ções des­tas ses­sões acon­te­cem a 5 e 6 de Agos­to às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, em Coimbra. 

No, de Pablo Larrain

No, de Pablo Larraín

O Ciclo “Cine­ma, Acti­vis­mo e Soci­e­da­de” apre­sen­ta na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 22 de julho, às 21h45 no mini-audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, o fil­me “No” de Pablo Larraín.

O Ciclo “Cine­ma, Acti­vis­mo e Soci­e­da­de” apre­sen­ta na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 22 de julho, às 21h45 no mini-audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, o fil­me “No” de Pablo Larraín.