Centro de Estudos Cinematográficos

Portugal e Índia assinam Acordo de Coprodução Audiovisual

Com este acor­do, os sig­na­tá­ri­os pre­ten­dem pro­mo­ver e faci­li­tar a copro­du­ção de fil­mes, desen­vol­ver a indús­tria audi­o­vi­su­al e melho­rar a coo­pe­ra­ção entre os dois paí­ses, desen­vol­ver o inter­câm­bio cul­tu­ral e eco­nó­mi­co e con­tri­buir para a melho­ria da rela­ção entre ambos.

Conferência “Direito e Cinema”

A pri­mei­ra Con­fe­rên­cia em Direi­to de Cine­ma e do Audi­o­vi­su­al, que acon­te­ce dias 21 e 22 de Mar­ço de 2020 em Espi­nho, está a menos de 24 horas de fechar a sua pri­mei­ra fase de regis­tos.

Com um assun­to em cons­tan­te evo­lu­ção, o Direi­to em Cine­ma e Audi­o­vi­su­al vai-se adap­tan­do con­ti­nu­a­men­te à evo­lu­ção legis­la­ti­va tec­no­ló­gi­ca e soci­al des­ta indús­tria.
Por isto mes­mo, é vital ter o conhe­ci­men­to mais atu­a­li­za­do à dis­po­si­ção, bem como um espa­ço para dis­cu­tir tais conhe­ci­men­tos.

Pen­sa­da para advo­ga­dos e assis­ten­tes jurí­di­cos, finan­ci­a­do­res públi­cos e pri­va­dos, pro­du­to­res e rea­li­za­do­res, a con­fe­rên­cia vai-se focar em tor­no des­tas mudan­ças cons­tan­tes atra­vés da aná­li­se das novas ten­dên­ci­as do Direi­to apli­ca­do ao Cine­ma e ao Audi­o­vi­su­al.

Des­ta for­ma supre a fal­ta de con­fe­rên­ci­as sobre este tema a nível Euro­peu, enquan­to simul­ta­ne­a­men­te incen­ti­va a cri­a­ção de liga­ções e dinâ­mi­cas entre pro­du­to­res, advo­ga­dos espe­ci­a­li­za­dos no Direi­to do Cine­ma e Audi­o­vi­su­al e outros agen­tes pre­sen­tes no even­to.

A pri­mei­ra Con­fe­rên­cia em Direi­to de Cine­ma e do Audi­o­vi­su­al, que acon­te­ce dias 21 e 22 de Mar­ço de 2020 em Espi­nho.

Com um assun­to em cons­tan­te evo­lu­ção, o Direi­to em Cine­ma e Audi­o­vi­su­al vai-se adap­tan­do con­ti­nu­a­men­te à evo­lu­ção legis­la­ti­va tec­no­ló­gi­ca e soci­al des­ta indús­tria. Por isto mes­mo, é vital ter o conhe­ci­men­to mais atu­a­li­za­do à dis­po­si­ção, bem como um espa­ço para dis­cu­tir tais conhe­ci­men­tos.

Pen­sa­da para advo­ga­dos e assis­ten­tes jurí­di­cos, finan­ci­a­do­res públi­cos e pri­va­dos, pro­du­to­res e rea­li­za­do­res, a con­fe­rên­cia vai-se focar em tor­no des­tas mudan­ças cons­tan­tes atra­vés da aná­li­se das novas ten­dên­ci­as do Direi­to apli­ca­do ao Cine­ma e ao Audi­o­vi­su­al.

Seder-Masochism

O cine­ma é, para além de um objec­to lúdi­co, uma fer­ra­men­ta de comu­ni­ca­ção, edu­ca­ção e sen­si­bi­li­za­ção. Con­ti­nu­an­do a pro­mo­ção do cine­ma de ani­ma­ção como uma fer­ra­men­ta crí­ti­ca da soci­e­da­de é exi­bi­da a 12 de Feve­rei­ro, às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, a lon­­ga-metra­­gem Seder-Maso­­chism, de Nina Paley.

Estre­a­da em 2018 no fes­ti­val de Annecy e ven­ce­do­ra do pré­mio do públi­co do fes­ti­val pola­co Ani­ma­tor, é uma pelí­cu­la que explo­ra o “Livro do Êxo­do”, espe­ci­al­men­te his­tó­ri­as asso­ci­a­das ao Sêder de Pes­sa­ch, como a mor­te do pri­mo­gê­ni­to egíp­cio e Moi­sés levan­do os isra­e­li­tas à escra­vi­dão no Egi­to. O fil­me des­cre­ve esses even­tos em um cená­rio de cul­to gene­ra­li­za­do à Gran­de Deu­sa Mãe, mos­tran­do a ascen­são do patri­ar­ca­do.

O cine­ma é, para além de um objec­to lúdi­co, uma fer­ra­men­ta de comu­ni­ca­ção, edu­ca­ção e sen­si­bi­li­za­ção. Con­ti­nu­an­do a pro­mo­ção do cine­ma de ani­ma­ção como uma fer­ra­men­ta crí­ti­ca da soci­e­da­de é exi­bi­da a 12 de Feve­rei­ro, às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, a lon­­ga-metra­­gem Seder-Maso­­chism, de Nina Paley.

Estre­a­da em 2018 no fes­ti­val de Annecy e ven­ce­do­ra do pré­mio do públi­co do fes­ti­val pola­co Ani­ma­tor, é uma pelí­cu­la que explo­ra o “Livro do Êxo­do”, espe­ci­al­men­te his­tó­ri­as asso­ci­a­das ao Sêder de Pes­sa­ch, como a mor­te do pri­mo­gê­ni­to egíp­cio e Moi­sés levan­do os isra­e­li­tas à escra­vi­dão no Egi­to. O fil­me des­cre­ve esses even­tos em um cená­rio de cul­to gene­ra­li­za­do à Gran­de Deu­sa Mãe, mos­tran­do a ascen­são do patri­ar­ca­do.

70.ª Berlinale

O docu­men­tá­rio A METAMORFOSE DOS PÁSSAROS, de Cata­ri­na Vasconcelos,tem a sua estreia mun­di­al na sec­ção Encoun­ters, a nova sec­ção com­pe­ti­ti­va do fes­ti­val de Ber­lim cujo obje­ti­vo é “apoi­ar novas vozes no cine­ma e dar mais espa­ço à diver­si­da­de de for­mas nar­ra­ti­vas e docu­men­tais no pro­gra­ma ofi­ci­al.

Rio 2096: Uma História de Amor e Fúria

O pro­jec­to “Cine­ma e Refle­xão” apre­sen­ta um con­jun­to de ses­sões espe­ci­ais, ciclos temá­ti­cos e cur­sos bre­ves, onde se explo­ra­rá, reflec­ti­rá e dis­cu­ti­rá o papel do cine­ma como fer­ra­men­ta que des­per­ta o pen­sa­men­to crí­ti­co, refle­xi­vo e até inter­ven­ti­vo. Nes­ta sema­na con­ti­nu­a­mos a olhar para a ani­ma­ção como uma fer­ra­men­ta crí­ti­ca da Soci­e­da­de. Será exi­bi­do no dia 5 de Feve­rei­ro o fil­me “Rio 2096: Uma His­tó­ria de Amor e Fúria” de Luiz Bolog­ne­si, com Sel­ton Mel­lo, Cami­la Pitan­ga e Rodri­go San­to­ro.

O pro­jec­to “Cine­ma e Refle­xão” apre­sen­ta um con­jun­to de ses­sões espe­ci­ais, ciclos temá­ti­cos e cur­sos bre­ves, onde se explo­ra­rá, reflec­ti­rá e dis­cu­ti­rá o papel do cine­ma como fer­ra­men­ta que des­per­ta o pen­sa­men­to crí­ti­co, refle­xi­vo e até inter­ven­ti­vo. Nes­ta sema­na con­ti­nu­a­mos a olhar para a ani­ma­ção como uma fer­ra­men­ta crí­ti­ca da Soci­e­da­de. Será exi­bi­do no dia 5 de Feve­rei­ro o fil­me “Rio 2096: Uma His­tó­ria de Amor e Fúria” de Luiz Bolog­ne­si, com Sel­ton Mel­lo, Cami­la Pitan­ga e Rodri­go San­to­ro. Uma ses­são com o apoio da Legend­main e Euro­pa Fil­mes.

Rio 2096: Uma His­tó­ria de Amor e Fúria de Luiz Bolog­ne­si ven­ceu o seu prin­ci­pal pré­mio do Annecy Inter­na­ti­o­nal Ani­ma­ted Film Fes­ti­val, em Fran­ça, tor­­nan­­do-se a pri­mei­ra ani­ma­ção bra­si­lei­ra a ser sele­ci­o­na­da para essa com­pe­ti­ção

TIO TOMÁS E A CONTABILIDADE DOS DIAS vence nos Annie Awards

TIO TOMÁS E A CONTABILIDADE DOS DIAS, foi um dos cin­co fil­mes sele­ci­o­na­dos na cate­go­ria de Melhor Cur­ta-metra­gem de Ani­ma­ção, onde se incluía tam­bém o fil­me por­tu­guês PURPLEBOY, de Ale­xan­dre Siquei­ra.