Centro de Estudos Cinematográficos
premiados 22a edicao

Premiados 22ª edição

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Os ven­ce­do­res da XXII edi­ção dos Cami­nhos Film Fes­ti­val, já foram anun­ci­a­dos e os fil­mes Zeus de Pau­lo Fili­pe Mon­tei­ro e Car­tas de Guer­ra de Ivo M. Fer­rei­ra são os que arre­ca­dam mais pré­mi­os. O Gran­de Pré­mio do Fes­ti­val Por­tu­gal Sou Eu, foi atri­buí­do a Cha­te­ar-me ia mor­rer tão jove­e­em…, de Fili­pe Abran­ches. A ceri­mó­nia de entre­ga de pré­mi­os acon­te­ceu no dia 26 de novem­bro às 21h45 no Tea­tro Aca­dé­mi­co de Gil Vicente.
O júri da Selec­ção Cami­nhos, cons­ti­tuí­do por Rita Sale­ma, Pau­lo Peral­ta, João Tor­do, Luís Gas­par, Tere­sa Tava­res e Mar­ga­ri­da Lei­tão já deci­di­ram por una­ni­mi­da­de os ven­ce­do­res da prin­ci­pal sec­ção do fes­ti­val. O Gran­de Pré­mio do Fes­ti­val, Por­tu­gal Sou Eu, foi atri­buí­do a Fili­pe Abran­ches por Cha­te­ar-me-ia Mor­rer tão Joveeeeeeem…que o júri pre­mi­ou pela actu­a­li­da­de e per­ti­nên­cia do tema e ori­gi­na­li­da­de do tra­ço do seu autor.

O fil­me Car­tas de Guer­ra rece­beu o galar­dão de Melhor Lon­ga-Metra­gem pela recri­a­ção poé­ti­ca, lite­rá­ria e huma­na do avas­sa­la­dor pas­sa­do colo­ni­al por­tu­guês, o Melhor Argu­men­to Adap­ta­do para Ivo Fer­rei­ra e Edgar Medi­na, pela cora­jo­sa inter­pre­ta­ção do uni­ver­so pes­so­al de um dos mai­o­res escri­to­res por­tu­gue­ses. O fil­me foi ain­da pre­mi­a­do com pré­mio Melhor Som (Tia­go Matos e Ricar­do Leal), pela com­ple­xi­da­de das tex­tu­ras na recri­a­ção de um ambi­en­te de guer­ra na Áfri­ca Por­tu­gue­sa, a Melhor Mon­ta­gem (San­dro Aguil­lar), pelo minu­ci­o­so tra­ba­lho de coe­rên­cia e cons­tru­ção nar­ra­ti­va e ain­da o galar­dão para Melhor Foto­gra­fia para João Ribei­ro pela pode­ro­sa cri­a­ção de uma iden­ti­da­de visu­al de Por­tu­gal e das coló­ni­as duran­te a Guer­ra do Ultramar.

Já o fil­me ZEUS arre­ca­dou 4 galar­dões nas cate­go­ri­as de Melhor Actor atri­buí­do a Sin­de Fili­pe pelo com­pro­mis­so e seri­e­da­de na inter­pre­ta­ção de uma impor­tan­te per­so­na­li­da­de da His­tó­ria de Por­tu­gal e Melhor Actor Secun­dá­rio a Miguel Cunha pela com­ple­xa e inte­li­gen­te com­po­si­ção com que desem­pe­nha um retra­to fide­dig­no a uma épo­ca. O fil­me rece­beu ain­da os pré­mi­os para Melhor Carac­te­ri­za­ção, Sara Meni­tra, pela qua­li­da­de de recons­ti­tui­ção do esti­lo de uma épo­ca, e Melhor Guar­da-Rou­pa para Síl­via Gra­bows­ki pelo rigor, a qua­li­da­de e a cri­a­ti­vi­da­de do guarda-roupa.

O Fil­me Refri­ge­ran­tes e Can­ções de Amor arre­ca­dou os pré­mi­os para Melhor Ban­da Sono­ra Ori­gi­nal de Fili­pe Rapo­so, pela sim­bi­o­se entre a músi­ca ori­gi­nal e as can­ções que mar­ca­ram uma épo­ca e gera­ção em Por­tu­gal e Melhor Direc­ção Artís­ti­ca de Artur Pinhei­ro pela cons­tru­ção de um diver­ti­do ima­gi­ná­rio visu­al que dá cor à realidade.

A lis­ta de galar­dões da Selec­ção Cami­nhos fica com­ple­ta, com os pré­mi­os para Melhor Rea­li­za­dor, atri­buí­do a Rita Aze­ve­do Gomes por Cor­res­pon­dên­cia, pela ori­gi­na­li­da­de da abor­da­gem ao uni­ver­so da poe­sia por­tu­gue­sa. O Melhor Argu­men­to Ori­gi­nal, para João Nico­lau e Mari­a­na Ricar­do por John From, pelo poten­ci­al oní­ri­co e ima­gi­ná­rio des­co­ber­to a par­tir do quo­ti­di­a­no. O Melhor Actriz, para Ana Padrão pelo seu desem­pe­nho no fil­me Cam­po de Víbo­ras, pela com­po­si­ção inten­sa e bru­tal de uma mulher em situ­a­ção limi­te. Melhor Actriz Secun­dá­ria para Eli­za­be­te Pie­cho por O Peca­do de Quem nos Ama, pelo retra­to pun­gen­te, ines­pe­ra­do e trans­for­ma­dor de uma mulher numa rura­li­da­de opres­si­va. O Pré­mio Reve­la­ção atri­buí­do a Leo­nor Teles por A Bala­da do Batrá­quio, pela cora­gem, apa­ren­te leve­za e rebel­dia com que abor­da um dos­te­mas mais pre­o­cu­pan­tes da actu­a­li­da­de. Melhor Ani­ma­ção para José Miguel Ribei­ro por Esti­lha­ços, memó­ria das mar­cas pro­fun­das que são trans­mi­ti­das geracionalmente.

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O pré­mio Melhor Docu­men­tá­rio para Rui Edu­ar­do Abreu, Thi­er­ry Bes­se­ling e Loïc Tan­son por Eldo­ra­do, uma via­gem crua e des­po­ja­da pela rea­li­da­de da emi­gra­ção e da sau­da­de. Melhor Cur­ta-Metra­gem foi para Cris­te­le Alves Mei­ra por Cam­po de Víbo­ras, pela geni­a­li­da­de da abor­da­gem ao uni­ver­so rude dos ina­dap­ta­dos. Por fim, a Men­ção Hon­ro­sa Cur­ta-Metra­gem, que foi atri­buí­da a Meni­na de Simão Cayat­te pela ori­gi­na­li­da­de do pon­to de vis­ta e a sur­pre­en­den­te cons­tru­ção narrativa.

O Pré­mio do Públi­co ‘Cha­ma Ama­re­la’ foi atri­buí­do a ‘Refri­ge­ran­tes e Can­ções de Amor’ de Luís Gal­vão Teles.

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