Centro de Estudos Cinematográficos

Término de Ciclo, com The net & Girls of Uchituu

Na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 26 de Agos­to, às 21h45, encer­ra­mos o ciclo “mulhe­res e/no cine­ma” com a pro­je­ção de dois títu­los: a lon­ga metra­gem — The Net, de Ale­xan­dra Strelya­naya, pre­ce­di­da da cur­­ta-metra­­gem — Girls of Uchi­tuu, de Hele­na Sal­gue­ro Vélez.

A Entra­da é livre a sóci­os, sen­do obri­ga­tó­ria a pré-reser­­va pelo email [email protected]

Pintar a Ideia

Nes­te mês de Agos­to con­ti­nu­a­mos a enfa­ti­zar a rela­ção labo­ral e a impor­tân­cia artís­ti­ca das mulhe­res no cine­ma. Nes­ta ter­cei­ra ses­são apre­sen­ta­mos uma ses­são com des­ta­que para as cine­as­tas naci­o­nais pre­sen­tes na 24.ª edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês. O ali­nha­men­to con­ta com a lon­­ga-metra­­gem docu­men­tal — Manu­el Casi­mi­ro: Pin­tar a Ideia, de Isa­bel Gomes — e duas cur­­tas-metra­­gens — Girls Night Out, de Joan­na Quinn e Mother’s Day, de Rita Figuei­ra e Vânia Oliveira.

A Entra­da é livre a todos os sóci­os e Estudantes.

Nes­te mês de Agos­to con­ti­nu­a­mos a enfa­ti­zar a rela­ção labo­ral e a impor­tân­cia artís­ti­ca das mulhe­res no cine­ma. Nes­ta ter­cei­ra ses­são apre­sen­ta­mos uma ses­são com des­ta­que para as cine­as­tas naci­o­nais pre­sen­tes na 24.ª edi­ção do fes­ti­val Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês. O ali­nha­men­to con­ta com a lon­­ga-metra­­gem docu­men­tal — Manu­el Casi­mi­ro: Pin­tar a Ideia, de Isa­bel Gomes — e duas cur­­tas-metra­­gens — Girls Night Out, de Joan­na Quinn e Mother’s Day, de Rita Figuei­ra e Vânia Oliveira.

A Entra­da é livre a todos os sóci­os e Estudantes.

Olhares Lugares

Agnès Var­da, cine­as­ta cuja visão e tra­ba­lho úni­cos lhe gran­je­a­ram incon­tá­veis fãs no mun­do intei­ro des­de os anos 50 e JR, o icó­ni­co fotó­gra­fo e mura­lis­ta, com mais de um milhão de segui­do­res no Ins­ta­gram, têm mais em comum do que se pos­sa imaginar.

Ambos par­ti­lham uma vida apai­xo­na­da pelas ima­gens e como são cri­a­das, exi­bi­das e par­ti­lha­das. Agnès esco­lheu explo­rar a sua pai­xão atra­vés do cine­ma e do docu­men­tá­rio, enquan­to JR o faz nas suas emo­ci­o­nan­tes ins­ta­la­ções foto­grá­fi­cas ao ar livre.

Quan­do JR, um fã de lon­ga data, encon­tra Agnès na sua casa na rua Daguer­re, per­ce­be­ram de ime­di­a­to que tinham de tra­ba­lhar jun­tos. Olha­res Luga­res docu­men­ta essa via­gem calo­ro­sa atra­vés da Fran­ça rural e a ami­za­de ter­na que se for­ja duran­te o caminho.

Olha­res Luga­res é exi­bi­do na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 12 de Agos­to, às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha. A ses­são é aber­tas por duas cur­­tas-metra­­gens: Clemence’s After­no­on de Lénaïg Le Moig­ne; e, Body Beau­ti­ful de Joan­na Quinn.

Agnès Var­da, cine­as­ta cuja visão e tra­ba­lho úni­cos lhe gran­je­a­ram incon­tá­veis fãs no mun­do intei­ro des­de os anos 50 e JR, o icó­ni­co fotó­gra­fo e mura­lis­ta, com mais de um milhão de segui­do­res no Ins­ta­gram, têm mais em comum do que se pos­sa imaginar.

Olha­res Luga­res é exi­bi­do na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 12 de Agos­to, às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha. A ses­são é aber­tas por duas cur­­tas-metra­­gens: Cle­men­ce’s After­no­on de Lénaïg Le Moig­ne; e, Body Beau­ti­ful de Joan­na Quinn.

Cine-Conversas em Maio

Em maio, em par­ce­ria com o Cine­clu­be de Faro, assi­na­la­mos o mês do públi­co. O dia 10 de Maio tem sido inter­na­ci­o­nal­men­te cele­bra­do sob a desig­na­ção de  ‘dia do públi­co’ com base em acon­te­ci­men­tos his­tó­ri­cos (a revol­ta de Astor Pla­ce, New York 1849) e em deli­be­ra­ções nos encon­tros da Fede­ra­ção Inter­na­ci­o­nal de Cine­clu­bes (Car­ta dos Direi­tos do Públi­co, Tabor 1987; O Públi­co somos Nós, Méxi­co 2008; O dia do Públi­co, Bra­sil 2010).

Vive­mos tem­pos de dis­tan­ci­a­men­to físi­co, de tele­tra­ba­lho (imer­so em vide­o­con­fe­rên­ci­as), de reco­lhi­men­to éti­co, de repo­si­ci­o­na­men­tos vári­os face ao ambi­en­te e à huma­ni­da­de, de con­ten­ção soli­dá­ria… E por­que todos somos públi­co que ama o cine­ma sem pre­ten­der­mos ser ins­tru­men­to de comu­ni­ca­ção mas da orga­ni­za­ção crí­ti­ca e criativa.

Gra­ças à gene­ro­si­da­de dos auto­res, dos cine­clu­bes e do arqui­vos que dis­po­ni­bi­li­zam e pro­mo­vem gra­tui­ta­men­te as obras cine­ma­to­grá­fi­cas por todo o mun­do. Assim foi pro­pos­to o ciclo “As Esco­lhas do Público”!

Esta pro­gra­ma­ção é uma ini­ci­a­ti­va em rede do Cine­clu­be de Faro e con­ta com a par­ti­ci­pa­ção por­tu­gue­sa  do Cine­clu­be de Tomar, do Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos — Cine­clu­be Uni­ver­si­tá­rio de Coim­bra, Cine­clu­be de Gui­ma­rães, Cine­clu­be de Tor­res Novas, Cine­clu­be da Bair­ra­da e Cine­clu­be de Vila do Con­de.

Cinema Português: Uma História de Ousadia

Cele­bran­do a 22.ª Sema­na Cul­tu­ral e os 730 anos da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos asso­cia à sua pro­gra­ma­ção anu­al um con­jun­to de cur­­tas-metra­­gens que demons­tram o ousa­do cres­ci­men­to artís­ti­co do cine­ma naci­o­nal, cri­an­do momen­tos de refle­xão e dis­cus­são em sala. A temá­ti­ca “Ousadia(s)” pau­ta­rá todas as ses­sões pro­gra­ma­das em Mar­ço, incluin­do pro­jec­ção de fil­mes naci­o­nais que mos­tram a resi­li­ên­cia de fazer cine­ma em Portugal.

A 30 de Mar­ço, como for­ma de súmu­la da acti­vi­da­de, irá ser rea­li­za­da uma mesa redon­da, onde pro­fis­si­o­nais na área do audi­o­vi­su­al e artís­ti­co fala­rão sobre as pos­si­bi­li­da­des de saí­das pro­fis­si­o­nais na área. Dedi­ca­da a todos os estu­dan­tes da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, a entra­da para estes e asso­ci­a­dos, será gra­tui­ta em toda a actividade. 

Cele­bran­do a 22.ª Sema­na Cul­tu­ral e os 730 anos da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos asso­cia à sua pro­gra­ma­ção anu­al um con­jun­to de cur­­tas-metra­­gens que demons­tram o ousa­do cres­ci­men­to artís­ti­co do cine­ma naci­o­nal, cri­an­do momen­tos de refle­xão e dis­cus­são em sala. A temá­ti­ca “Ousadia(s)” pau­ta­rá todas as ses­sões pro­gra­ma­das em Mar­ço, incluin­do pro­jec­ção de fil­mes naci­o­nais que mos­tram a resi­li­ên­cia de fazer cine­ma em Portugal.

Isto Não é um Filme, de Mojtaba Mirtahmasb e Jafar Panahi

A arte sem­pre foi uma arma polí­ti­ca de rei­vin­di­ca­ção, resis­tên­cia e pro­gres­so. Não é ao aca­so que as van­guar­das ide­o­ló­gi­cas da con­tem­po­ra­nei­da­de foram sem­pre acom­pa­nha­das de van­guar­das artís­ti­cas — e o cine­ma, des­de a sua insur­gên­cia, sem­pre fez par­te das mes­mas. Nes­te ciclo cele­­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje.

Reco­nhe­ci­do como um dos mais impor­tan­tes rea­li­za­do­res da actu­a­li­da­de, Jafar Panahi – cujos fil­mes exa­mi­nam de for­ma crí­ti­ca a rea­li­da­de soci­al do Irão — foi pre­so em sua casa em Mar­ço de 2010 e con­de­na­do a 6 anos de pri­são em Dezem­bro do mes­mo ano. Foi ain­da proi­bi­do de fazer fil­mes duran­te os pró­xi­mos 20 anos.

Em pri­são domi­ci­liá­ria e impos­si­bi­li­ta­do de fil­mar, Panahi deci­de “con­tar” um fil­me em vez de o “fazer”. O resul­ta­do é um fil­me espan­to­so e como­ven­te sobre o poder do cine­ma, sobre a cen­su­ra, e sobre a liber­da­de de expressão.

A arte sem­pre foi uma arma polí­ti­ca de rei­vin­di­ca­ção, resis­tên­cia e pro­gres­so. Não é ao aca­so que as van­guar­das ide­o­ló­gi­cas da con­tem­po­ra­nei­da­de foram sem­pre acom­pa­nha­das de van­guar­das artís­ti­cas — e o cine­ma, des­de a sua insur­gên­cia, sem­pre fez par­te das mes­mas. Nes­te ciclo cele­­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje.

Reco­nhe­ci­do como um dos mais impor­tan­tes rea­li­za­do­res da actu­a­li­da­de, Jafar Panahi – cujos fil­mes exa­mi­nam de for­ma crí­ti­ca a rea­li­da­de soci­al do Irão — foi pre­so em sua casa em Mar­ço de 2010 e con­de­na­do a 6 anos de pri­são em Dezem­bro do mes­mo ano. Foi ain­da proi­bi­do de fazer fil­mes duran­te os pró­xi­mos 20 anos.

Democracia em Vertigem”, de Petra Costa

Abrin­do o Ciclo “cine­ma, Acti­vis­mo e Soci­e­da­de” é exi­bi­do, no dia 26 de Feve­rei­ro às 21h45, o fil­me “Demo­cra­cia em Ver­ti­gem, de Petra Cos­ta (2019) 122′. Nes­te ciclo cele­­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje. A Entra­da no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, em coim­bra, é Livre.

Abrin­do o Ciclo “cine­ma, Acti­vis­mo e Soci­e­da­de” é exi­bi­do, no dia 26 de Feve­rei­ro às 21h45, o fil­me “Demo­cra­cia em Ver­ti­gem, de Petra Cos­ta (2019) 122′. Nes­te ciclo cele­­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje. A Entra­da no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, em coim­bra, é Livre.

Cinema, Activismo e Sociedade

A arte sem­pre foi uma arma polí­ti­ca de rei­vin­di­ca­ção, resis­tên­cia e pro­gres­so. Não é ao aca­so que as van­guar­das ide­o­ló­gi­cas da con­tem­po­ra­nei­da­de foram sem­pre acom­pa­nha­das de van­guar­das artís­ti­cas — e o cine­ma, des­de a sua insur­gên­cia, sem­pre fez par­te das mes­mas. Nes­te ciclo cele­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje.

2020/02/26
Demo­cra­cia em Ver­ti­gem, de Petra Cos­ta 2019 121min

2020/03/04
The Lazi­ness, de Yev­ge­niy Sivo­kon (1979), 7min
Mute, de Job, Joris and Mari­e­ke (2013), 4min
Isto não é um Fil­me, de Moj­ta­ba Mir­tah­masb e Jafar Panahi (2011), 75min

2020/03/11
Sinó­ni­mos, de Nadav Lapid (2019), 123m