Centro de Estudos Cinematográficos
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Olhares Lugares

Agnès Var­da, cine­as­ta cuja visão e tra­ba­lho úni­cos lhe gran­je­a­ram incon­tá­veis fãs no mun­do intei­ro des­de os anos 50 e JR, o icó­ni­co fotó­gra­fo e mura­lis­ta, com mais de um milhão de segui­do­res no Ins­ta­gram, têm mais em comum do que se pos­sa imaginar.

Ambos par­ti­lham uma vida apai­xo­na­da pelas ima­gens e como são cri­a­das, exi­bi­das e par­ti­lha­das. Agnès esco­lheu explo­rar a sua pai­xão atra­vés do cine­ma e do docu­men­tá­rio, enquan­to JR o faz nas suas emo­ci­o­nan­tes ins­ta­la­ções foto­grá­fi­cas ao ar livre.

Quan­do JR, um fã de lon­ga data, encon­tra Agnès na sua casa na rua Daguer­re, per­ce­be­ram de ime­di­a­to que tinham de tra­ba­lhar jun­tos. Olha­res Luga­res docu­men­ta essa via­gem calo­ro­sa atra­vés da Fran­ça rural e a ami­za­de ter­na que se for­ja duran­te o caminho.

Olha­res Luga­res é exi­bi­do na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 12 de Agos­to, às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha. A ses­são é aber­tas por duas cur­­tas-metra­­gens: Clemence’s After­no­on de Lénaïg Le Moig­ne; e, Body Beau­ti­ful de Joan­na Quinn.

Agnès Var­da, cine­as­ta cuja visão e tra­ba­lho úni­cos lhe gran­je­a­ram incon­tá­veis fãs no mun­do intei­ro des­de os anos 50 e JR, o icó­ni­co fotó­gra­fo e mura­lis­ta, com mais de um milhão de segui­do­res no Ins­ta­gram, têm mais em comum do que se pos­sa imaginar.

Olha­res Luga­res é exi­bi­do na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 12 de Agos­to, às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha. A ses­são é aber­tas por duas cur­­tas-metra­­gens: Cle­men­ce’s After­no­on de Lénaïg Le Moig­ne; e, Body Beau­ti­ful de Joan­na Quinn.

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Pronto, Era Assim + Persepolis

A 12 de Dezem­bro às 22:00, inte­gra­do no Ciclo Fusões no Cine­ma, são pro­jec­ta­das duas ani­ma­ções; Pron­to, Era Assim, de Joa­na Noguei­ra e Patrí­cia Rodri­gues, e “Per­se­po­lis” de Mar­ja­ne Satra­pi e Vin­cent Paron­naud, uma cur­ta e uma lon­ga metra­gem de ani­ma­ção, res­pe­ti­va­men­te. O pri­mei­ro é um fil­me de ani­ma­ção com carác­ter docu­men­tal, em modo de entre­vis­ta e onde, de for­ma des­con­traí­da, os pro­ta­go­nis­tas con­tam epi­só­di­os da sua vida: como foi cres­cer, namo­rar, casar, tra­ba­lhar e até emi­grar, num tem­po em que a manei­ra de viver era dife­ren­te. Já a ani­ma­ção fran­ce­sa “Per­se­po­lis” con­ta a his­tó­ria de uma jovem ira­ni­a­na que sonha em ser viden­te, acom­pa­nhan­do de per­to a que­da do Xá e do seu regi­me bru­tal. No entan­to, ela aca­ba por se revol­tar con­tra as impo­si­ções fun­da­men­ta­lis­tas dos rebel­des, espe­ci­al­men­te con­tra as mulheres.

A entra­da é livre.