Extensão Arquitecturas Film Festival

O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos apoia a Sec­ção Regi­o­nal Nor­te da Ordem dos Arqui­tec­tos, em par­ce­ria com o Arqui­tec­tu­ras Film Fes­ti­val, na pro­mo­ção de ses­sões de cine­ma gra­tui­tas sobre arqui­tec­tu­ra em 8 cida­des da região nor­te de Por­tu­gal. Em Coim­bra a ses­são rea­li­zar-se‑á no Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha, no dia 27 de Junho às 18:30.

O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos apoia a Sec­ção Regi­o­nal Nor­te da Ordem dos Arqui­tec­tos, em par­ce­ria com o Arqui­tec­tu­ras Film Fes­ti­val, na pro­mo­ção de ses­sões de cine­ma gra­tui­tas sobre arqui­tec­tu­ra em 8 cida­des da região nor­te de Por­tu­gal. Em Coim­bra a ses­são rea­li­zar-se‑á no Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha, no dia 27 de Junho às 18:30.

The Hymns of Mus­covy
[Diri­gi­do por Dimi­tri Ven­kov, 2018, Rús­sia, 15 min]O fil­me é uma via­gem ao pla­ne­ta Mus­covy, que é um espa­ço vira­do ao con­trá­rio da cida­de de Mos­co­vo, acom­pa­nha­do das Vari­a­ções Híni­cas do hino sovié­ti­co do com­po­si­tor Ale­xan­der Manots­kov, escri­to ori­gi­nal­men­te em 1943. Manots­kov usou uma das pri­mei­ras gra­va­ções como fon­te para cri­ar três vari­a­ções ele­tró­ni­cas, cada uma cor­res­pon­den­do a um esti­lo arqui­te­tó­ni­co.

The Eter­nal Vir­gin
[Diri­gi­do por Jor­ge Suá­rez-Quiño­nes Rivas, 2017, Espa­nha, 15 min]O enten­di­men­to do tem­po-espa­ço domés­ti­co, cícli­co, no cine­ma de Ozu Yas­jirō, toma for­ma em Hara Set­su­ko, “The Eter­nal Vir­gin”, mulher-atriz-per­so­na­gem-mito sem­pre enqua­dra­da sozi­nha, cúm­pli­ce de um ata­que con­tra a com­pre­en­são clás­si­ca de um rac­cord.

Moriya­ma-San
[Diri­gi­do por Ila Bêka and Loui­se Lemoi­ne, 2017, Fran­ça, 63 min]Moriyama-San é um docu­men­tá­rio afe­tu­o­so e leve sobre Yasuo Moriya­ma, o “ermi­ta urba­no”, que vive numa casa cons­truí­da em 2005 por Ryue Nishi­zawa – um dos dois fun­da­do­res do estú­dio SANAA, ven­ce­dor do Pré­mio Pritz­ker. A dinâ­mi­ca da casa, fei­ta à medi­da para ser­vir as neces­si­da­des de Moriya­ma, é mos­tra­da em ple­no ao espec­ta­dor de for­ma bri­lhan­te.