Ciclo “Fusões no Cinema” dedicado à Literatura

O Ciclo de Cine­ma — Fusões no Cine­ma — orga­ni­za­do pelo Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos e os Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês irá reto­mar na pró­xi­ma sema­na e será dedi­ca­do ago­ra à Lite­ra­tu­ra.

Come­ça quin­ta-fei­ra dia 12 de Outu­bro às 22h00 no Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha da AAC, com a estreia em Coim­bra do fil­me Com­boio de Sal e Açú­car de Licí­nio Aze­ve­do, rea­li­za­dor e escri­tor que adap­ta a sua pró­pria obra lite­rá­ria ao cine­ma. Depois ire­mos via­jar até à lite­ra­tu­ra fran­ce­sa com Albert Camus, autor que alguns clas­si­fi­cam como um apai­xo­na­do pela exis­tên­cia, cuja obra adap­ta­da Lon­ge dos homens tem ban­da sono­ra ori­gi­nal com­pos­ta por Nick Cave e War­ren Ellis.

O Ciclo que terá lugar todas as quin­tas-fei­ras de 12 de Outu­bro a 9 de Novem­bro, inclui­rá tam­bém obras adap­ta­das ao cine­ma de Luiz Ruf­fa­to, Fer­nan­do Pes­soa e José Sara­ma­go. Além dis­so, terá uma ses­são espe­ci­al para o dia das bru­xas, dia 31 de Outu­bro à 00h00, com A Ins­ta­la­ção do Medo de Ricar­do Lei­te e o fil­me pro­ta­go­ni­za­do por Nuno Melo, O Barão de Edgar Pêra que explo­ra a obra de Bran­qui­nho da Fon­se­ca num regis­to que res­sus­ci­ta o expres­si­o­nis­mo ale­mão dos anos 1920.

Cinanima · Pré-Festival em Coimbra

O Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos e a Uni­ver­si­da­de de Coim­bra asso­ci­am-se, pelo segun­do ano con­se­cu­ti­vo, ao CINANIMA — Fes­ti­val Inter­na­ci­o­nal de Cine­ma de Ani­ma­ção de Espi­nho, que vai na sua 41ª Edi­ção, nes­ta ini­ci­a­ti­va do Pré-Fes­ti­val 2017.

O CINANIMA exi­be na cida­de de Coim­bra, nes­tas qua­tro datas, um olhar sobre a sua pro­gra­ma­ção extra-com­pe­ti­ção des­te ano. O Fes­ti­val decor­re­rá entre os dias 6 e 12 de novem­bro na cida­de de Espi­nho.

As ses­sões decor­re­rão às ter­ças-fei­ras às 21:30 com entra­da livre no Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha (Piso 0 da AAC).

A pro­gra­ma­ção para a exten­são do Cina­ni­ma na Aca­de­mia de Coim­bra é a seguin­te:

3 de Outu­bro
— Selec­ção Pre­mi­a­dos CINANIMA 2016

10 de Outu­bro
— “10 Anos do Estú­dio de Ani­ma­ção da Aca­de­mia de Belas Artes” — Áus­tria

17 de Outu­bro
— “CSC Ani­ma­zi­o­ne — Cen­tro Spe­ri­men­ta­le di Cine­ma­to­gra­fia Pie­mon­te — Nati­o­nal Scho­ol” — Itá­lia

24 de Outu­bro
— “Best of KAFF — Kecsk­mét Ani­ma­ti­on Film Fes­ti­val” — Hun­gria

Sessões comentadas por António M. Batista, Rui Pedro Lamy, Raúl Losada e Pedro C. Carvalho

O ciclo “Arque­o­lo­gia pela Ima­gem em Movi­men­to” rece­be hoje, 22 de Mar­ço, e ama­nhã, 23 de Mar­ço, os pro­ta­go­nis­tas das obras cine­ma­to­grá­fi­cas exi­bi­das.
Hoje rece­be­mos Antó­nio M. Batis­ta, Dire­tor do Museu do Côa, que irá comen­tar o fil­me de João Bote­lho “A Arte da Luz tem 20 000 anos”. Antó­nio M. Batis­ta é um “Pré-his­to­ri­a­dor de arte” que irá cer­ta­men­te dar um con­tri­bu­to impor­tan­te sobre a heran­ça patri­mo­ni­al que hoje encon­tra­mos do vale do Côa.

Ama­nhã, por oca­sião da exi­bi­ção dos fil­mes “Fun­de­a­dou­ro Roma­no em Oli­si­po” e “O Ouro de Tres­mi­nas”, rece­be­mos a visi­ta dos rea­li­za­do­res Rui Pedro Lamy e Raúl Losa­da, bem como do pro­fes­sor e inves­ti­ga­dor Pedro Car­va­lho.

Con­vi­da­mos-vos a esta­rem pre­sen­tes num momen­to úni­co da região, em que pro­por­ci­o­na­mos um even­to onde o cine­ma e a ciên­cia se cru­zam e nos abrem novas pers­pec­ti­vas sobre o nos­so mun­do con­tem­po­râ­neo.

Fusões em Novembro

Inte­gra­do no ciclo Fusões no Cine­ma exi­bi­mos:

1 de Novem­bro
18:00
Fau­nethic de Véro­ni­que Girard, Marie-Josée Dou­tre e Marie-Hélè­ne Cour­noyer
I am Under Cons­truc­ti­on de Ennya Lar­mit
Vila Do Con­de Esprai­a­da de Miguel Cla­ra Vas­con­ce­los

22:00
Irmãos de Pedro Maga­no

3 de Novem­bro
18:00
La Val­se de João Bote­lho
To Get In de Anna Sarukha­no­va

22:00
GIPSOFILA de Mar­ga­ri­da Lei­tão às 22:00.

Entra­da LIVRE no Mini-Audi­tó­rio Sal­ga­do Zenha

Fusões no Cinema

Fusões no Cine­ma” é o novo ciclo de cine­ma orga­ni­za­do pelos Cami­nhos do Cine­ma Por­tu­guês e o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos.  

Pela câme­ra o cine­ma comu­ni­ca uma for­ma de olhar o mun­do e uma deter­mi­na­da rea­li­da­de. O manu­se­a­men­to da toda a para­fer­ná­lia téc­ni­ca e o domí­nio, da teo­ria e prá­ti­ca, de vári­as artes cons­trói a lin­gua­gem do cine­ma que nos pos­si­bi­li­ta cul­ti­var a expe­ri­ên­cia indi­vi­du­al e colec­ti­va, com a vivên­cia de outras per­so­nas num pro­ces­so que resul­ta, aci­ma de tudo, de um pro­ces­so de pro­du­ção cul­tu­ral colec­ti­va. À seme­lhan­ça de outras artes, tam­bém a pro­du­ção cine­ma­to­grá­fi­ca é um cons­tan­te dile­ma reche­a­do de ques­tões defi­ni­do­ras do seu carác­ter onde a inclu­são dos méto­dos de desen­vol­vi­men­to den­tro das nar­ra­ti­vas, pro­vo­ca o espec­ta­dor de dife­ren­tes for­mas.