Centro de Estudos Cinematográficos

Três Realizadoras Portuguesas

São pou­cos os seto­res em que a dis­tri­bui­ção labo­ral é igual entre os dois géne­ros: o cine­ma ain­da não é a excep­ção.. Em “Mulhe­res e/no Cine­ma” cele­­bra-se uma pro­gra­ma­ção onde as mulhe­res se des­ta­ca­ram por uma ati­tu­de con­tra a mas­cu­li­ni­za­ção dos car­gos no cine­ma, cri­an­do fan­tás­ti­cas obras cine­ma­to­grá­fi­cas de refle­xão.

Dia de Fes­ta, Ruby e Cães que Ladram aos Pás­sa­ros reve­lam três visões no femi­ni­no sobre o futu­ro e a juven­tu­de e repre­sen­tam o que melhor se faz no cine­ma por­tu­guês con­tem­po­râ­neo. Esta é uma opor­tu­ni­da­de para que públi­co por­tu­guês pos­sa conhe­cer três fil­mes que já via­ja­ram pelo mun­do e que ago­ra estrei­am jun­tos em Por­tu­gal.

As exi­bi­ções des­tas ses­sões acon­te­cem a 5 e 6 de Agos­to às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, em Coim­bra.

São pou­cos os seto­res em que a dis­tri­bui­ção labo­ral é igual entre os dois géne­ros: o cine­ma ain­da não é a excep­ção.. Em “Mulhe­res e/no Cine­ma” cele­­bra-se uma pro­gra­ma­ção onde as mulhe­res se des­ta­ca­ram por uma ati­tu­de con­tra a mas­cu­li­ni­za­ção dos car­gos no cine­ma, cri­an­do fan­tás­ti­cas obras cine­ma­to­grá­fi­cas de refle­xão.

Dia de Fes­ta, Ruby e Cães que Ladram aos Pás­sa­ros reve­lam três visões no femi­ni­no sobre o futu­ro e a juven­tu­de e repre­sen­tam o que melhor se faz no cine­ma por­tu­guês con­tem­po­râ­neo. Esta é uma opor­tu­ni­da­de para que públi­co por­tu­guês pos­sa conhe­cer três fil­mes que já via­ja­ram pelo mun­do e que ago­ra estrei­am jun­tos em Por­tu­gal.

As exi­bi­ções des­tas ses­sões acon­te­cem a 5 e 6 de Agos­to às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, em Coim­bra.

No, de Pablo Larrain

No, de Pablo Larraín

O Ciclo “Cine­ma, Acti­vis­mo e Soci­e­da­de” apre­sen­ta na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 22 de julho, às 21h45 no mini-audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, o fil­me “No” de Pablo Lar­raín.

O Ciclo “Cine­ma, Acti­vis­mo e Soci­e­da­de” apre­sen­ta na pró­xi­ma quar­­ta-fei­­ra, 22 de julho, às 21h45 no mini-audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, o fil­me “No” de Pablo Lar­raín.

Sinónimos de Navad Lapid

Quar­­ta-fei­­ra, 11 de mar­ço, o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos irá apre­sen­tar o fil­me Sinó­ni­mos, de Navad Lapid no Mini-audi­­tó­­rio Sal­ga­do Senha. Este fil­me retra­ta a his­tó­ria de um jovem isra­e­li­ta que che­ga a Paris na espe­ran­ça que os fran­ce­ses o sal­vem da lou­cu­ra do seu país. Deter­mi­na­do a extin­guir suas ori­gens, aban­do­na a lín­gua hebrai­ca e esfor­­ça-se para encon­trar uma nova iden­ti­da­de.

Quar­­ta-fei­­ra, 11 de mar­ço, o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos irá apre­sen­tar o fil­me Sinó­ni­mos, de Navad Lapid no Mini-audi­­tó­­rio Sal­ga­do Senha. Este fil­me retra­ta a his­tó­ria de um jovem isra­e­li­ta que che­ga a Paris na espe­ran­ça que os fran­ce­ses o sal­vem da lou­cu­ra do seu país. Deter­mi­na­do a extin­guir suas ori­gens, aban­do­na a lín­gua hebrai­ca e esfor­­ça-se para encon­trar uma nova iden­ti­da­de.

Cinema Português: Uma História de Ousadia

Cele­bran­do a 22.ª Sema­na Cul­tu­ral e os 730 anos da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos asso­cia à sua pro­gra­ma­ção anu­al um con­jun­to de cur­­tas-metra­­gens que demons­tram o ousa­do cres­ci­men­to artís­ti­co do cine­ma naci­o­nal, cri­an­do momen­tos de refle­xão e dis­cus­são em sala. A temá­ti­ca “Ousadia(s)” pau­ta­rá todas as ses­sões pro­gra­ma­das em Mar­ço, incluin­do pro­jec­ção de fil­mes naci­o­nais que mos­tram a resi­li­ên­cia de fazer cine­ma em Por­tu­gal.

A 30 de Mar­ço, como for­ma de súmu­la da acti­vi­da­de, irá ser rea­li­za­da uma mesa redon­da, onde pro­fis­si­o­nais na área do audi­o­vi­su­al e artís­ti­co fala­rão sobre as pos­si­bi­li­da­des de saí­das pro­fis­si­o­nais na área. Dedi­ca­da a todos os estu­dan­tes da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, a entra­da para estes e asso­ci­a­dos, será gra­tui­ta em toda a acti­vi­da­de.

Cele­bran­do a 22.ª Sema­na Cul­tu­ral e os 730 anos da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, o Cen­tro de Estu­dos Cine­ma­to­grá­fi­cos asso­cia à sua pro­gra­ma­ção anu­al um con­jun­to de cur­­tas-metra­­gens que demons­tram o ousa­do cres­ci­men­to artís­ti­co do cine­ma naci­o­nal, cri­an­do momen­tos de refle­xão e dis­cus­são em sala. A temá­ti­ca “Ousadia(s)” pau­ta­rá todas as ses­sões pro­gra­ma­das em Mar­ço, incluin­do pro­jec­ção de fil­mes naci­o­nais que mos­tram a resi­li­ên­cia de fazer cine­ma em Por­tu­gal.

Isto Não é um Filme, de Mojtaba Mirtahmasb e Jafar Panahi

A arte sem­pre foi uma arma polí­ti­ca de rei­vin­di­ca­ção, resis­tên­cia e pro­gres­so. Não é ao aca­so que as van­guar­das ide­o­ló­gi­cas da con­tem­po­ra­nei­da­de foram sem­pre acom­pa­nha­das de van­guar­das artís­ti­cas — e o cine­ma, des­de a sua insur­gên­cia, sem­pre fez par­te das mes­mas. Nes­te ciclo cele­­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje.

Reco­nhe­ci­do como um dos mais impor­tan­tes rea­li­za­do­res da actu­a­li­da­de, Jafar Panahi – cujos fil­mes exa­mi­nam de for­ma crí­ti­ca a rea­li­da­de soci­al do Irão — foi pre­so em sua casa em Mar­ço de 2010 e con­de­na­do a 6 anos de pri­são em Dezem­bro do mes­mo ano. Foi ain­da proi­bi­do de fazer fil­mes duran­te os pró­xi­mos 20 anos.

Em pri­são domi­ci­liá­ria e impos­si­bi­li­ta­do de fil­mar, Panahi deci­de “con­tar” um fil­me em vez de o “fazer”. O resul­ta­do é um fil­me espan­to­so e como­ven­te sobre o poder do cine­ma, sobre a cen­su­ra, e sobre a liber­da­de de expres­são.

A arte sem­pre foi uma arma polí­ti­ca de rei­vin­di­ca­ção, resis­tên­cia e pro­gres­so. Não é ao aca­so que as van­guar­das ide­o­ló­gi­cas da con­tem­po­ra­nei­da­de foram sem­pre acom­pa­nha­das de van­guar­das artís­ti­cas — e o cine­ma, des­de a sua insur­gên­cia, sem­pre fez par­te das mes­mas. Nes­te ciclo cele­­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje.

Reco­nhe­ci­do como um dos mais impor­tan­tes rea­li­za­do­res da actu­a­li­da­de, Jafar Panahi – cujos fil­mes exa­mi­nam de for­ma crí­ti­ca a rea­li­da­de soci­al do Irão — foi pre­so em sua casa em Mar­ço de 2010 e con­de­na­do a 6 anos de pri­são em Dezem­bro do mes­mo ano. Foi ain­da proi­bi­do de fazer fil­mes duran­te os pró­xi­mos 20 anos.

Democracia em Vertigem”, de Petra Costa

Abrin­do o Ciclo “cine­ma, Acti­vis­mo e Soci­e­da­de” é exi­bi­do, no dia 26 de Feve­rei­ro às 21h45, o fil­me “Demo­cra­cia em Ver­ti­gem, de Petra Cos­ta (2019) 122′. Nes­te ciclo cele­­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje. A Entra­da no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, em coim­bra, é Livre.

Abrin­do o Ciclo “cine­ma, Acti­vis­mo e Soci­e­da­de” é exi­bi­do, no dia 26 de Feve­rei­ro às 21h45, o fil­me “Demo­cra­cia em Ver­ti­gem, de Petra Cos­ta (2019) 122′. Nes­te ciclo cele­­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje. A Entra­da no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, em coim­bra, é Livre.

Cinema, Activismo e Sociedade

A arte sem­pre foi uma arma polí­ti­ca de rei­vin­di­ca­ção, resis­tên­cia e pro­gres­so. Não é ao aca­so que as van­guar­das ide­o­ló­gi­cas da con­tem­po­ra­nei­da­de foram sem­pre acom­pa­nha­das de van­guar­das artís­ti­cas — e o cine­ma, des­de a sua insur­gên­cia, sem­pre fez par­te das mes­mas. Nes­te ciclo cele­bra-se não só o cine­ma, mas tam­bém os actos de resis­tên­cia e acti­vis­mo que tan­to pre­ci­sa­mos e mere­ce­mos nos dias de hoje.

2020/02/26
Demo­cra­cia em Ver­ti­gem, de Petra Cos­ta 2019 121min

2020/03/04
The Lazi­ness, de Yev­ge­niy Sivo­kon (1979), 7min
Mute, de Job, Joris and Mari­e­ke (2013), 4min
Isto não é um Fil­me, de Moj­ta­ba Mir­tah­masb e Jafar Panahi (2011), 75min

2020/03/11
Sinó­ni­mos, de Nadav Lapid (2019), 123m

Quando o vento sopra

Quando o Vento Sopra

O cine­ma é, para além de um objec­to lúdi­co, uma fer­ra­men­ta de comu­ni­ca­ção, edu­ca­ção e sen­si­bi­li­za­ção. Con­ti­nu­an­do a pro­mo­ção do cine­ma de ani­ma­ção como uma fer­ra­men­ta crí­ti­ca da soci­e­da­de é exi­bi­da a 19 de Feve­rei­ro, às 21h45 no Mini-Audi­­tó­­rio Sal­ga­do Zenha, a lon­­ga-metra­­gem de ani­ma­ção “Quan­do o Ven­to Sopra” de Jimmy T. Mura­ka­mi. A entra­da é livre a todos os asso­ci­a­dos.